[[legacy_image_231251]] O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Santos e Região (Sinpolsan), Renato Martins, fez um alerta para a vulnerabilidade de segurança de policiais após seguidas mortes de agentes na Baixada Santista. A entidade cobra maiores investimentos estaduais para fortalecer a classe e aumentar a segurança. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "A gravidade da situação da criminalidade na Baixada Santista não despertou ainda as ações necessárias por parte do Governo Estadual. A falta de investimentos é verificada pelo déficit de policiais, que reflete a falta de valorização e ausência de política de segurança pública", criticou Martins. As afirmações acontecem após o policial civil aposentado Vanderlei Jorge Pazetto, de 65 anos, ser morto a tiros em Guarujá, nesta segunda-feira (19). Ele e o filho, de 42, foram baleados enquanto estavam em um caminhão. A segunda vítima permanece internada em estado estável. Desde o dia 5 deste mês, cinco policiais aposentados, sendo dois civis e três militares, foram baleados por criminosos nas cidades de Santos, São Vicente e Guarujá. Até o momento, dois envolvidos nas ações foram presos. Um deles foi solto após audiência de custódia, em São Vicente. Já um dos autores do crime em Guarujá foi capturado em um hospital, após dar entrada baleado depois do tiroteio. "Situação de vulnerabilidade"Para Martins, os ataques em sequência demonstram que os policiais vivem situação vulnerável, não havendo respaldo de segurança. "A Polícia Civil convive com a falta de tecnologia necessária e efetivo para amenizar esse quadro caótico, agravado ainda pela falta de investimentos estruturais, verificados pela vergonhosa situação do IML da Baixada Santista. Há tempos que o sindicato denuncia e alerta para a execução sumária de policiais", comenta.