[[legacy_image_212899]] A Polícia Civil de Praia Grande descobriu uma casa de prostituição mantida por um casal e um homem nesta quinta-feira (6). Autoridades seguem com as investigações para apurar crime de exploração sexual de adolescentes que seriam cometidos na residência. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a polícia, a investigação começou em janeiro desse ano, quando uma adolescente de 16 anos do Amazonas foi até Praia Grande a convite de uma mulher de 21 anos para passar as férias escolares. Segundo relato da jovem à polícia de Manaus, ela foi informada que iria ficar em um local onde funcionava, de forma clandestina, uma casa de prostituição. A adolescente chegou a tentar a retornar para casa, mas foi impedida pelo casal de proprietários. Os responsáveis cobraram a quantia de R\$ 1.390 da jovem pelas despesas gastas no período em que esteve na residência. [[legacy_image_212814]] No dia 7 de fevereiro, segundo a polícia, a jovem conseguiu fugir e retornou para Manaus. Lá, ela informou a polícia local, que fez contato com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande, informando sobre o ocorrido. Os policiais da DDM se deslocaram até a residência, localizada no bairro Guilhermina. Eles foram recebidos pelos proprietários, um homem e uma mulher, de 32 e 21 anos, respectivamente. Em depoimento, a dupla alegou que o lugar se tratava de uma casa de massagens. No entanto, a polícia afirmou não ter encontrado equipamentos nem objetos que fazem parte da execução do serviço. Dentro da casa foram apreendidos 105 preservativos masculinos, máquinas de cartão de crédito, cigarros clandestinos, livro contábil e vários folhetos contendo “as regras da casa”, impondo sanções as mulheres que descumprissem as ordens do casal no atendimento de clientes. O casal e um homem de 19 anos foram indiciados por manter a casa de prostituição. O local teve as atividades ilegais encerradas. Informações que possam vir a auxiliar o caso podem ser concedidas de forma anônia através do telefone do Disque Denúncia 181.