[[legacy_image_285304]] A Operação Escudo realizada em Guarujá, no litoral de São Paulo, já registrou pelo menos 12 mortes. Os números foram anunciados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) na manhã desta terça-feira (1º). Trinta e dois suspeitos foram presos e 20,3 quilos de drogas e 11 armas apreendidas. A ação da polícia começou, na última sexta-feira (28), após execução de um policial da equipe Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) durante patrulhamento na região. A morte do soldado militar Patrick Bastos Reis, de 30 anos, na última quinta-feira (27), em Guarujá, no litoral do Estado de São Paulo, desencadeou uma grande operação policial nos últimos dias para encontrar os suspeitos envolvidos no crime. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo. Alvos de tiros, Reis e o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foram baleados durante patrulhamento. Reis foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Alfaya foi atendido e permaneceu em observação na sexta-feira, 28. Nesta segunda-feira (31), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que a operação da Polícia Militar no Guarujá ao longo do fim de semana deixou oito pessoas mortas. Anteriormente, o governo falava em três óbitos. Questionado sobre denúncias da população local, o governador disse que "não houve excesso". "Houve atuação profissional que resultou em prisões e vamos continuar com as operações"". Ainda na segunda-feira, de acordo com o delegado titular da Delegacia Sede de Guarujá, Antônio Sucupira Neto, a arma que pode ter sido usado para matar o policial, foi encontrada através de uma denúncia anônima, próximo ao local do crime, exames serão feitos para comprovar se os disparos saíram dela.“No dia que ocorreu os disparos a perícia arrecadou no local algumas capsulas de arma de fogo vazias. Vamos encaminhar (para perícia) junto com essas cápsulas, essa arma localizada para exame de identificação e confirmação se ela foi ou não utilizada no dia do crime”, explica A operação, segundo o governo estadual, segue até fim de agosto na Baixada Santista. Segundo a SSP, o objetivo da ação é de repressão