"Malévola" foi presa nesta quinta-feira (12) (Divulgação/Polícia Civil) Uma mulher de 44 anos, conhecida pelos apelidos de “Malévola” e “Loira”, foi presa na manhã desta quinta-feira (12), durante operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Itanhaém, no litoral de São Paulo. Ela é apontada pela Polícia Civil como “sintonia geral” dos Estados de uma organização criminosa. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a corporação, a mulher exercia papel de coordenação e comunicação, atuando como elo entre integrantes de Itanhaém, outros municípios do litoral paulista e contatos em regiões mais afastadas. Ela foi localizada por volta das 6h em um imóvel na Rua Um, no bairro Guapurá, área já identificada pelos investigadores como ponto de influência operacional da investigada. Segundo a Polícia Civil, a prisão é resultado de uma investigação conduzida nas últimas semanas, que envolveu mapeamento de conversas, análises técnicas de terminais telefônicos e diligências de campo. Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial representou por mandados de busca e apreensão, que foram autorizados pela Justiça. Material apreendido Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam celulares, máquinas de cartão, cadernos com registros manuscritos e anotações relacionadas à divisão de tarefas e à articulação interna da organização criminosa. Os cadernos apreendidos continham listas de contatos operacionais, registros de repasses internos e movimentações ligadas a diferentes setores da atividade criminosa. Segundo a corporação, as conversas extraídas dos aparelhos celulares reforçam a suspeita de que ela organizava demandas e repassava informações consideradas estratégicas para o funcionamento do grupo. Prisão e investigação A Polícia Civil informou que “Malévola” foi presa em flagrante e encaminhada à unidade policial para os procedimentos de praxe. Em seguida, foi levada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. Ainda conforme a corporação, todo o material apreendido será submetido à perícia pelo Instituto de Criminalística.