[[legacy_image_156732]] O ajudante de pedreiro Cassio Romualdo, de 31 anos, foi executado na madrugada deste sábado (5), em Mongaguá, depois de sair de uma casa de forró no Conjunto Barigui I, em Agenor de Campos. De acordo com testemunhas, a vítima deixava a balada, por volta das 5 horas, quando foi interpelada por um homem não identificado, que chegou ao local de moto. Após uma breve discussão, alguns populares disseram ter ouvido o estampido de seis tiros. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Uma equipe do Samu foi acionada e constatou a morte do ajudante de pedreiro no local. Ele estava caído na calçada de uma escola, que fica em frente a casa de shows. Segundo o médico do serviço de emergência, Cassio levou tiros no abdome, na cabeça e em um dos braços. Os policiais que atenderam a ocorrência disseram que as testemunhas do homicídio não teriam ouvido sobre o que os homens discutiram. E nem conseguiram identificar o autor dos disparos, que fugiu após o crime. Na delegacia, o pai de Cassio Romualdo, que também é ajudante de pedreiro, informou que não tinha nenhum tipo de convívio com a vítima “por causa do estilo de vida que o filho possuía, uma vez que ele frequentava baladas, fazia uso de drogas e álcool, e já havia praticado crimes”. O pai também alegou que, por não se relacionar com o filho, não sabia se ele tinha inimigos ou se havia recebido ameaças. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e, até a tarde deste sábado, o autor do crime não havia sido preso.