[[legacy_image_180081]] Um homem de 21 anos acusado de matar um turista de Minas Gerais durante assalto realizado em Guarujá, em setembro do ano passado, foi preso nesta segunda-feira (30). Um outro homem, de 19, já havia sido capturado pela Polícia Civil no mês de janeiro. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A Justiça já havia expedido um mandado de prisão preventiva contra Augusto Genildo Francisco da Silva após ele ter sido identificado nas investigações. Durante a tarde, ele se entregou na Delegacia Sede de Guarujá. [[legacy_youtube_9kTNfh-AzVo]] "Com o decreto de prisão preventiva aberto contra esse indivíduo, diligenciamos buscas em todos os endereços que conseguimos levantar em que ele pudesse estar. Acreditamos que essa atividade, tamanha toda a pressão ao longo do período, fez com que ele se entregasse, vendo que não tinha mais saída", disse o delegado titular do DP Sede de Guarujá, Sergio Lemos Nassur, em entrevista à TV Tribuna. Na delegacia, Augusto prestou depoimento. Em seguida, acabou levado à cadeia anexa ao 1º Distrito Policial de Guarujá. Posteriormente, ele será transferido para uma unidade prisional da região. [[legacy_image_180077]] O casoO crime ocorreu em 28 de setembro de 2021. O turista e a esposa, ambos de Minas Gerais, estavam retornando da praia até o hotel onde estavam hospedados, na Rua Iracema, na Enseada. Eles foram abordados por uma dupla de moto, que anunciou o assalto. Câmeras de segurança registraram a ação criminosa. Um dos assaltantes estava armado e levou objetos das vítimas, como aparelho celular, pulseira e correntinha de ouro, além de dinheiro e cartões bancários. Na fuga, o turista reagiu e entrou em luta corporal com um dos criminosos. Em seguida, ele foi baleado na região do peito. Uma equipe do Samu prestou socorro e chegou a levá-lo para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Enseada, mas a vitima não resistiu e morreu. Comparsa presoO homem de 19 anos que pilotava a moto no dia do crime foi preso em 16 de janeiro deste ano. Segundo a polícia, ele foi levado para a delegacia por tráfico de drogas e acabou reconhecido por policiais responsáveis pela investigação do latrocinio. A esposa da vítima, que presenciou o crime, foi levada à delegacia e reconheceu o suspeito detido à época e o homem apontado como autor do disparo.