Kaique Coutinho, o 'Chip', foi preso em Uberlândia, interior de Minas Gerais (Reprodução) Kaique Coutinho do Nascimento, vulgo ‘Chip’ ou ‘Riquelme’, passará por júri popular pela morte do policial militar Samuel Wesley Cosmo, que morreu no dia 2 de fevereiro de 2024, durante uma operação em Santos. A morte ocasionou a segunda fase da polêmica Operação Verão na Baixada Santista. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Em decisão, a juíza Andrea Aparecida Nogueira Amaral Roman, da Vara do Júri de Santos, decidiu por submeter Chip ao julgamento do Tribunal do Júri. A decisão foi publicada no último dia 6 de agosto. A magistrada levou em consideração que, no rito dos crimes dolosos contra a vida, a pronúncia é a decisão que declara admissível a acusação. Chip, agindo em conjunto com outros criminosos ainda não identificados, é acusado de integrar, pessoalmente, a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e, durante suas atribuições na facção, em viela de área de ocupação do Mangue Seco, na Zona Noroeste de Santos, agiu na intenção de matar. Conforme informado pela magistrada, Kaique manifestou a intenção de matar, por motivo torpe, de forma que impossibilitou a defesa da vítima -o policial militar Samuel Wesley Cosmo. Sendo assim, o acusado será pronunciado quando o juiz estiver convencido da materialidade do fato e da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação. Agora o caso deverá ser submetido à apreciação do juiz natural quando as provas forem suficientes, tanto para condenar, como para absolver o réu. O Conselho de Sentença analisará todas as provas e escutará os depoimentos das testemunhas para decidir se Chip é ou não culpado. Ainda a juíza julgou como admissível a continuação da pretensão acusatória deduzida na ação penal. Também manteve a prisão preventiva de Chip.