Israel invadiu o Líbano (Reprodução/Instagram/@idf) As Forças de Defesa de Israel (IDF, em inglês) anunciaram o início de uma operação terrestre no Líbano, com ações iniciadas na madrugada de terça-feira (1º), no horário local — que corresponde à noite de segunda-feira (30) no Brasil. O Exército israelense informou que os ataques são direcionados e visam alvos do grupo extremista Hezbollah. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Anteriormente, o Departamento de Estado dos EUA confirmou que soldados israelenses realizaram pequenas incursões no território libanês para avaliar o terreno. A possibilidade de uma operação terrestre já havia sido discutida desde a semana passada. Além disso, de acordo com o g1, tropas do Exército libanês recuaram 5 km de suas posições na fronteira sul do país, alegando estar "se reposicionando", conforme comunicado à agência AFP. De acordo com os militares israelenses, a operação tem como foco alvos do Hezbollah na região fronteiriça (Reprodução/Instagram/@idf) De acordo com os militares israelenses, a operação tem como foco alvos do Hezbollah na região fronteiriça, que representam uma ameaça imediata. Israel garantiu que os ataques estão sendo realizados com precisão e, até o momento da publicação, não havia relatos de mortos ou feridos. O Hezbollah e o governo libanês ainda não se manifestaram sobre a situação. A operação, denominada "Setas do Norte", recebeu a aprovação de uma decisão ‘política’. As IDF afirmaram que a ação continuará conforme a avaliação das condições no terreno e em conjunto com as operações na Faixa de Gaza. Ainda foi reportado que cerca de 10 projéteis foram lançados do Líbano em direção ao norte de Israel, com parte sendo interceptada e o restante caindo em áreas abertas. Logo após o anúncio da operação terrestre, explosões foram ouvidas em Damasco, capital da Síria, mas não há confirmação de ligação com a operação israelense no Líbano. Desde outubro de 2023, o Hezbollah tem realizado bombardeios contra o norte de Israel em apoio ao Hamas e às vítimas da guerra na Faixa de Gaza. A tensão entre Israel e Hezbollah tem aumentado, com um comandante do grupo sendo morto em um ataque israelense em julho. No mês seguinte, uma resposta em larga escala do Hezbollah foi planejada, mas foi repelida.