[[legacy_image_37389]] Após perder o pai e contrair a covid-19 junto com a mãe, uma moradora de Mongaguá aguarda há cerca de três meses para realizar a fisioterapia para amenizar as sequelas da doença no Hospital e Maternidade Municipal Doutor Adoniran Corrêa Campos, no Centro. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O marido de Muriel da Silva, Renato Alves Duarte, conta que inicialmente ela foi diagnosticada com dengue, mas depois decidiram iniciar um tratamento preventivo contra a covid e a paciente foi melhorando. Dias depois, fez o PCR que confirmou a contaminação pelo coronavírus, mas ainda aguarda o tratamento pós-covid. Ainda segundo o marido, Muriel sofre de um cansaço grande ao fazer as atividades rotineiras, somado ainda ao desânimo e ao psicológico abalado após a doença. "Hoje ela está a base de medicamentos Carbomazepina e Diazepan. Tem medo de tudo que possa contaminá-la", diz. Duarte também explica que a sogra passou pela mesma situação, mas conseguiu retornar ao médico e iniciar a fisioterapia. " Só iniciaram com minha sogra há 10 dias. Passou no médico, fez um exame e aguarda retorno do médico. Agora minha esposa nada. " diz o morador. Ele também queixa-se de que o tratamento não fica muito esclarecido para os parentes e pacientes e que existe falta de organização. De acordo com a Diretoria de Saúde, num primeiro momento, o paciente vai passar pelo ambulatório Pós-Covid para saber se precisa de fisioterapia. Caso necessite, o próprio ambulatório contempla a especialidade. No entanto, vale ressaltar que existe uma demanda para o Pós-Covid, sendo necessário aguardar o contato das equipes de Saúde