[[legacy_image_17790]] O presidente do Banco do Brasil, Rubem de Freitas Novaes, fez nesta segunda-feira (8), um relato das atividades da instituição durante a pandemia do novo coronavírus, em audiência pública virtual da Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas de combate à Covid-19. De acordo com ele, o banco já tomou ações no crédito que somam R\$ 136,8 bilhões desde março. Desse montante, R\$ 70,5 bilhões se referem ao adiamento de parcelas de financiamentos já existentes e R\$ 66,3 bilhões correspondem a recursos disponibilizados em novos empréstimos. Para empresas, a ações somam R\$ 80 bilhões, sendo R\$ 42,1 bilhões em prorrogações de parcelas e R\$ 37,9 bilhões em novos financiamentos. Para pequenas empresas, a novas concessões chegaram a R\$ 8,6 bilhões. Para as famílias, foram R\$ 33,8 bilhões em ações no crédito pelo Banco do Brasil, sendo R\$ 26,3 bilhões em adiamento de parcelas e R\$ 7,5 bilhões em crédito novo. De acordo com Novaes, as ações para o agronegócio somam R\$ 23 bilhões, com R\$ 2,1 bilhões em prorrogações de parcelas e R\$ 20,9 bilhões em novas operações. O presidente do banco destacou a liberação de R\$ 358,2 milhões para o financiamento de folha de pagamentos, para cerca de 11,6 mil empresas. "Embora folha de pagamento não seja um dos focos do BB, que tem apenas 6% desse mercado, temos 20% das liberações do programa. O programa tem usado menos do que os recursos que foram disponibilizados por ele, mas o Banco Central deve anunciar em breve mudanças para impulsionar esse crédito", acrescentou. Novaes garantiu ainda que as atividades essências de atendimento ao público do banco continuam funcionando normalmente, com 98% das agências abertas, com exceção daquelas impedidas de operar, por se localizarem em shoppings, por exemplo. "Cerca de 50% da nossa força de trabalho está trabalhando à distância, principalmente funcionários em grupo de risco (para a Covid-19)", completou.