[[legacy_image_231860]] Continuar trabalhando nas questões que se relacionam com o desenvolvimento da região, ampliar o leque de associados para atrair outras atividades que se relacionam com a construção civil e manter na agenda foco em inovação, tecnologia e outras novidades que surgem na cadeia produtiva. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Essas são algumas das metas do novo presidente da Associação dos Empresários da Construção Civil da Baixada Santista (Assecob), o engenheiro civil Mateus Muniz Elias Teixeira, que assumiu a função no início deste mês, substituindo Ricardo Beschizza, que passa a ocupar a presidência do conselho da Assecob. Aos 37 anos, Mateus assume a presidência da Assecob, entidade de 41 anos de existência, pela primeira vez, mas acompanha as atividades da entidade há anos. Ele é um dos diretores da Construtora Macuco, que no próximo dia 2 completa 42 anos e mais de 2 mil imóveis construídos ou em fase de construção. Mateus enfatiza a relevância do setor da construção civil não só para a economia do País, como da Baixada Santista. Em Santos, por exemplo, 29 mil pessoas vivem diretamente do setor, tanto construtoras como incorporadoras, fora as prestadoras de serviços que se relacionam com as obras. “Na pandemia, foi um dos poucos setores que não parou. Adotamos medidas de segurança nas obras e tivemos pouquíssimos contaminados. E pudemos manter o ritmo das obras, entregar os projetos nos prazos previstos”, afirma. Incertezas Para 2023, o novo presidente da Assecob diz que ainda é cedo para fazer projeções, muito em função das decisões que serão tomadas pela equipe econômica liderada pelo futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Ainda não sabemos como ficará o acesso ao financiamento, quais serão as linhas de crédito”. Atualmente, diz Mateus, mais de 90% dos imóveis novos são adquiridos com financiamento. O executivo fala, ainda, sobre as expectativas para a construção civil em Santos, e dos desafios relacionados ao preço do solo em uma cidade com poucas áreas para verticalizar. Ele destaca, também, a diferença de infraestrutura entre os bairros, com maior e menor oferta de serviços públicos. “Em alguns bairros, embora tenha áreas de expansão, há menos oferta de serviços e de transporte, fatores que acabam desestimulando novos projetos”. Associados Um desafio da nova gestão será atualizar o estatuto da Assecob, permitindo que outras atividades possam se associar. Hoje, apenas construtoras e incorporadoras compõem o quadro de 42 associados. “Mas há atividades que têm muita relação com obras e podem somar conhecimento e experiência para mantermos o segmento cada vez mais forte e unido”.