[[legacy_image_3334]] Você tem dinheiro hoje na bolsa ou recurso sobrando. O que fazer? O melhor é esperar o mercado se acalmar. Segundo operadores do mercado, a tensão vai se perpetuar, com superquedas e superaltas se revezando, até ficar claro qual o impacto do coronavírus na saúde da população. Não é boa ideia deixar o dinheiro parado na conta ou na poupança, mas procure investimentos de renda fixa, como títulos públicos, CDBs, LCIs . Procure ver se esse investimento ganha da inflação ao ano (até agora, de 4,01%) ou pelo menos empata com o CDI (3,65%). Há títulos de crédito privados, mas o Tesouro Direto é o investimento mais seguro de todos, inclusive a caderneta, sujeita à solvência dos bancos. O investidor precisa perguntar se o produto tem cobertura do Fundo Garantidor – ele cobre quebra bancária até R\$ 250 mil por CPF. Ações e fundos imobiliários (FIs) podem ser alvos do investidor, mas com cuidado. Se você não se assusta com as quedas e sabe (ou tem orientação da corretora) achar pechinchas, a hora pode ser agora (o risco é todo seu). Se há investidores vendendo ações, é porque alguém compra. Parece tão óbvio, mas se conclui que essa minoria encontra oportunidades. Se estão certos, o tempo dirá. Há segmentos, como bancos, mineração, seguros e petróleo, energia, que há décadas resistem a cisnes negros. O problema é comprar a ação da empresa, justamente aquela, que não conseguiu se adaptar a condições inóspitas de gestão daqui para frente. Os fundos imobiliários são uma boa alternativa porque o segmento da locação é mais conhecido da população. É preciso tentar entender se a cota está com preço atraente na bolsa, mas esse valor é associado ao mercado real – oferta e procura, boa localização e nível da construção.