[[legacy_image_27256]] O Pix passa a partir desta terça-feira (3) por uma fase de testes de segurança e funcionalidade. Até próximo dia 15, o novo modelo de transação financeira vai operação de forma restrita a um pequeno grupo de usuários selecionados. A etapa serve para que as instituições testem os seus sistemas e arrumem problemas pontuais que aparecerem durante esse período de avaliação. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Só uma fração de inscritos, escolhidos pelas instituições financeiras, poderão fazer transações por meio do novo sistema de pagamentos durante horários específicos. A expectativa é eliminara eventuais falhas antes do modelo ser liberado, previsto para o dia 16 de novembro. Com o serviço, o Brasil entra na onda mundial dos pagamentos instantâneos. Veja como vai funcionar O que é o Pix? É um sistema de pagamentos e transferências instantâneos disponível 24 horas por dia e sete dias por semana. Ele é promovido pelo Banco Central e deverá estar disponível para todos os clientes bancários no dia 16 de novembro. O que é a operação restrita? É um período entre os dias 3 e 15 de novembro em que uma quantidade limitada de pessoas poderá começar a usar o Pix para transferências e pagamentos. Essa operação servirá para que as instituições financeiras testem seus sistemas e reparem eventuais falhas antes do funcionamento pleno. O que é uma chave Pix? A chave é um meio de identificar a conta do usuário. Há quatro tipos: CPF ou CNPJ, e-mail, número de celular e uma chave de segurança aleatória de números e letras. Na hora de fazer transferência, em vez de o usuário ter que informar nome, CPF, número da conta e da agência, como é feito atualmente, basta colocar a chave Pix. Quem poderá utilizar o Pix? Qualquer pessoa ou empresa que tenha uma conta corrente, conta de depósito ou conta de pagamento pré-paga. Para transferências entre pessoas físicas e pagamento de pessoas físicas para empresas, o Pix será gratuito. Para MEIs, venda com finalidade comercial poderá ser tarifada. Como cadastrar as chaves? O registro será feito pelo site ou aplicativo da instituição na qual o cliente tem conta. É preciso confirmar a posse da chave e vinculá-la à conta do Pix. Por exemplo, no caso do uso do e-mail ou do celular como chave, o usuário receberá um código por SMS ou por e-mail que deverá ser inserido no app para confirmar a identificação. Como fazer uma transferência? O Pix vai aparecer no aplicativo do banco ou da fintech, ao lado do TED e do DOC. Ao selecionar a opção, quem estiver usando o serviço poderá digitar uma identificação de quem vai receber o dinheiro, a chave Pix (CPF, e-mail ou telefone celular). Quem for enviar recursos, coloca o montante a ser transferido e aprova a transação. Quem recebe pode gerar um QR code e enviá-lo ao pagador. Como fazer um pagamento via Pix? Para fazer compras, o Pix também poderá ser usado via QR Code. O consumidor abre o aplicativo do banco ou da fintech, seleciona a opção Pix e direciona a câmera do celular para o QR Code disponibilizado pelo estabelecimento comercial, que também pode, assim como em transferências, informar sua chave Pix O Pix é seguro? As informações pessoais são protegidas pelo sigilo bancário e as medidas de segurança já adotadas pelas instituições financeiras em TEDs e DOCs serão utilizadas no Pix. Em caso de erro em uma transação, valem as regras atuais. Se ocorrer o envio de um valor errado, será necessário negociar com o recebedor para que o montante seja devolvido. Qual o papel do Banco Central? O Banco Central vai prover a infraestrutura do Pix, uma base de dados centralizada com os dados das contas dos recebedores. Dessa maneira, os participantes do sistema de pagamento poderão aproveitar a infraestrutura única para acelerar o processo de transferência e pagamento.