[[legacy_image_163703]] A economia da Baixada Santista cresceu acima da média estadual em 2021, aponta a Fundação Seade. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 6% ano passado, acima dos 5,7% alcançados pelo conjunto de riquezas paulista. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! De acordo com o diretor executivo da fundação, Bruno Caetano, o fato da região ter uma economia diversificada contribuiu para o resultado. “Como não há dependência, quando existe redução em um setor, ela é compensada por outro. Muitas cidades do interior paulista não têm essa característica”, diz. A pesquisa aponta que houve crescimento puxado pelo setor de serviços (7,5%) e Indústria (1,8%). “O setor de serviços, que concentra a maior parte com turismo, comércios e os serviços ligados ao Porto de Santos, foi o melhor”, diz. A agropecuária foi o único setor negativo, com -15,5% de redução. Entretanto, segundo o pesquisador, esse setor, muito ligado à pesca, oscila e não afeta o resultado do PIB por sua pequena contribuição ao número final (0,2%). De acordo com a pesquisa, a Baixada Santista gerou 6,3% mais dinheiro que em 2020, alcançando R\$ 79 bilhões em riquezas no ano, mais de R\$ 13 bilhões que o valor acumulado no primeiro ano da pandemia. Caetano explica que apesar da pandemia, os patamares de crescimento tanto na Baixada Santista quanto no Estado vem se mantendo há três anos, o que demonstra consistência no crescimento. “O que os números demonstram é que o desenvolvimento continuará agora em 2022”, afirma. O executivo cita grandes investimentos na região, como uma centralidade grande por parte da Petrobras, que segundo ele investiu R\$ 700 milhões ano passado, além de empresas dos planos de saúde, construção civil, tecnologia, comunicação e serviços gerais. “Essa cadeia produtiva ajudou a Baixada Santista a alcançar esse resultado e superar a média do Estado”, conclui.