[[legacy_image_305773]] A Petrobras começou na quinta-feira (19) os testes com nova tecnologia para fazer medição de energia eólica no litoral do Rio Grande do Norte (RN) – a estatal pretende retomar seus investimentos em energias limpas. O projeto utiliza a versão 2.0 do equipamento batizado de Bravo - Boia Remota de Avaliação de Ventos Offshore. O total investido nesta tecnologia chega a R\$ 11,3 milhões através do incentivo em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, o nível de maturidade tecnológica do equipamento avançou e trouxe boas soluções para as limitações encontradas na primeira fase de testes. “Esperamos uma Bravo 2.0 robusta e capaz de atender às necessidades da Petrobras em relação à medição do potencial eólico offshore no Brasil, sendo uma alavanca importante para avançarmos nessa nova fonte de energia”. Travassos destaca que o investimento faz parte da estratégia da Petrobras de liderar o processo de transição energética no País. A estatal pretende instalar vários equipamentos do tipo na costa brasileira para aumentar a amostragem de dados e tornar o levantamento do potencial eólico mais confiável”. A Bravo é um flutuante desenvolvido pela primeira vez com tecnologia nacional. Trata-se de um sensor óptico com feixes de laser para medir a velocidade e direção do vento, gerando dados para a operação das turbinas eólicas.