[[legacy_image_52127]] Uma corda de tanto esticar, arrebenta. No caso da Vale, a elasticidade é bem acentuada e, por isso, a mineradora voltou a ser a ação mais recomendada pelas corretoras para este mês, segundo as 27 carteiras divulgadas no site de investimentos ADVFN e contadas na ponta do lápis pelo colunista. Se no mês passado a Vale era perseguida pela B3 (14 a 8 menções), agora a segunda colocada é o Bradesco (13 a 8). A B3 até que foi bem citada, com seis, mas acabou sendo ultrapassada pela Petrobras, com sete. A estatal ganhou com a subida do barril, o que também trouxe a PetroRio (antiga HRT) para o ranking. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A Vale continua líder porque seu potencial de valorização ainda é puxado pelos estímulos econômicos dos EUA e China via infraestrutura, o que demanda minério de ferro. A diferença é que no final de maio o governo chinês se rebelou contra a subida da cotação do insumo, segurando sua valorização. Mas analistas acreditam que será difícil segurar a pressão sobre o produto. Mas o Bradesco ficou bem atraente. Não confunda com Bradespar, que é o braço de investimentos do bancão. A Bradespar também é indicada pelo pessoal da Necton por ter participação na Vale. Já o Bradesco impressionou por seu último balanço e o motivo de estar no ranking é que, como outros bancos, sua cotação é considerada barata e, por isso, tem potencial para subir. Entre outros destaques da lista, eles se devem ao momento de expectativa de retomada do consumo, como é o caso da Lojas Renner, ou de aumento das exportações devido à demanda mundial, como Marfrig. Com a CCR, a aposta é que ela vai seguir disputando leilões de concessões. Lembre-se que ao ver valorização acentuada nos últimos 12 meses, não significa que essa performance será repetida. Caso pare de subir, não é que a ação ficou ruim. Apenas ficou cara. Mas, mesmo papéis que sobem muito, podem subir mais ainda. Como todo mês o colunista alerta, não anote essas ações e saia comprando uma a uma. Compare as carteiras sugeridas por diferentes corretoras antes e estude as empresas.CLIQUE E VEJA AS AÇÕES PREFERIDAS PARA JUNHO Risco na bolsa Com a inflação nos EUA, voltaram as apostas de que as bolsas podem despencar com força se o Tesouro americano subir os juros para segurar os preços por lá. Uma saída é investir em ações que sejam mais resistentes, como beleza e saúde. Tesouro IPCA Desde o começo do ano temia-se um caos nas contas públicas, que agora se mostra administrável. Isso permite deixar títulos de curto prazo um pouco de lado e apostar em prazos longos, lembrando que papéis IPCA pagam juros mais inflação. Não abuse – diversifique. Bitcoin e ether Enquanto o Ibovespa subiu 6,16% em maio, o bitcoin decepcionou com -35%. Já o ether caiu menos: 7,26%. Parece que há uma calmaria com as criptos, mas ontem elas voltaram a fraquejar. Mas se tem pouco em cripto, esta pode ser uma oportunidade para investir.