[[legacy_image_88732]] A mineradora Vale persiste no topo das preferências dos analistas das corretoras como ação mais recomendada para o mês – desde que a coluna passou a acompanhar as carteiras dos analistas, no ano passado, a empresa sempre liderou a lista. Para agosto, com 17 casas ouvidas pelo site financeiro ADVFN, a Vale teve 12 indicações, com a controladora da B3, a bolsa paulista, em segundo com oito. No ranking, elaborado pelo colunista, o retrato que se tem é de empresas associadas a uma retomada e de presença no mundo físico e não somente on-line. É o caso de Lojas Renner, com seis votos, há muitos anos queridinha dos investidores, mas que sofreu na crise sanitária devido ao fechamento dos shoppings. Para se reinventar, a varejista passou a investir mais no digital e só o tempo dirá se ela também será considerada um negócio de base tecnológica, como a Magalu. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Já o Itaú Unibanco aparece com oito indicações e é bem cotado por sua ação não ter subido como se esperava. Resta a dúvida se os chamados bancões vão resistir à expansão das fintechs, as startups financeiras, como Nubank, Inter e C6. A Petrobras, também na lista, tem seu potencial associado às tendências de alta do petróleo, que de um lado valorizam as reservas da estatal, e queda do dólar, que do outro reduz o endividamento externo. Além disso, a empresa conduz o desinvestimento, que é a venda de subsidiárias e campos fora pré-sal. Fica a dúvida se o presidente Jair Bolsonaro vai interferir na gestão de preços dos combustíveis. O balanço da estatal, divulgado na quarta-feira, trouxe um lucro do segundo trimestre bem mais robusto, de R\$ 42 bilhões. Não é à toa que no dia seguinte as ações da Petrobras subiram perto de 10%.Clique aqui e veja o gráfico das preferidas no investimento Como nas outras edições, a coluna alerta que esse ranking não é uma sugestão de carteira de investimentos, mas apenas como ponto de partida para sua análise. Algumas ações foram escolhidas porque têm potencial de valorização no curto prazo e outras no longo, o que pode não coincidir com seus objetivos de investimento.