[[legacy_image_143972]] A Eletrobras marcou para 22 de fevereiro a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que vai viabilizar a desestatização da empresa, separando os ativos que não serão objeto da capitalização prevista para ocorrer no segundo trimestre deste ano. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A companhia observou que a operação na B3, porém, ainda depende da aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). Na AGE será votada a reestruturação societária da Eletrobras, para manter sob o controle da União, via Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), direto ou indireto, na Eletronuclear e na usina hidrelétrica binacional de Itaipu. Também passará pela avaliação dos acionistas o preço estipulado para Itaipu, de R\$ 1,2 bilhão, e as condições para que a ENBPar assuma a Eletronuclear e outros programas do governo que não vão ser privatizados, como o programa de revitalização do rio São Francisco, o Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel) e o programa de redução de custos da energia elétrica na Amazônia Legal.