[[legacy_image_107907]] A Baixada Santista teve, em agosto, o maior saldo de empregos formais do ano. Foram abertas 2.403 vagas nas nove cidades, com 11.055 contratações e 8.652 demissões. O resultado segue a tendência de recuperação do mercado de trabalho regional verificada nos últimos meses. Em junho foram 1.533 novos postos e, em julho, 2.052. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O resultado positivo é bem superior (551,2%) ao registrado em agosto de 2020, quando foram abertas apenas 369 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal, que considera apenas trabalhos com carteira assinada. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (29). Os setores que mais abriram vagas na região foram Comércio (saldo de 1.041, com 3.269 admitidos e 2.228 demitidos) e Serviços (mais 802 vagas – 6.123 contratados e 5.321 desligados). Depois, a Construção Civil, com saldo de 295, e a Indústria, que abriu 268 oportunidades. No Brasil, foram gerados 372.265 empregos com carteira assinada em agosto, com 1.810.434 contratações e 1.438.169 demissões. É o segundo melhor resultado do ano no País, perdendo para fevereiro, quando foram abertas 397.537 vagas formais. Acumulado do anoDe janeiro a agosto deste ano, foram abertas 9.303 vagas, com 77.114 admitidos e 67.811 demitidos. No mesmo período do ano passado, a situação foi muito negativa, com fechamento de 16.662 postos. O setor que mais criou empregos no acumulado de 2021 foi o de Serviços, com 5.710 colocações. Na sequência, ficou a Construção Civil, que abriu 1.729 empregos. Logo e seguida, Comércio, com 1.102. No Brasil foram abertas 2,203 milhões de vagas nesses oito meses. OpiniãoA economista Karla Simionato diz que a recuperação é observada em todo o País e se deve ao avanço da população completamente vacinada. “Com a vacinação, a economia tende a retomar o seu curso. Essa tendência vai se consolidar. A retomada é muito boa para a região, por conta da geração de renda, para o dinheiro circular nas cidades”. Karla lembra que nem todas as vacinas do Brasil são aceitas em outros países, o que fortalece o turismo regional e também ajuda a economia. “Temos excelentes praias na região, o que acaba atraindo as pessoas. É algo que tende a aumentar”.