(Nirley Sena/Arquivo AT) Apresentado pela Prefeitura de Santos como uma revolução para escolas municipais em 2014, o projeto de registro de frequência dos alunos por biometria (leitura da digital) não avançou na Cidade. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Em resposta a um questionamento feito pelo vereador Paulo Miyasiro (Republicanos), na última sexta-feira (22), a Administração Municipal informou que instalou aparelhos em dez unidades de ensino, mas que eles “foram retirados em 2019 com o término do projeto”. Não foi essa, porém, a promessa da Prefeitura. Em reportagem de A Tribuna na época, o governo municipal afirmou que levaria o sistema a todas as 40 escolas até 2015, com investimento de R\$ 1,5 milhão. O projeto de biometria foi feito em parceria pelas secretarias municipais de Educação e de Gestão. Além de controlar a presença dos estudantes, o sistema alertava os responsáveis sobre faltas (no mesmo dia) e ainda ajudava a evitar desperdício de merenda, porque a quantidade era preparada de acordo com o número de alunos. Onde foi Entre 2014 e 2019, a Prefeitura afirma ter implantado o sistema nas escolas Esmeraldo Tarquínio, Maria Luiza Alonso Silva, Olavo Bilac, Waldery de Almeida, Deputado Rubens Lara, Ayrton Senna da Silva, Pedro II, Fernando Costa, João Papa Sobrinho e José Bonifácio. Quer a volta Miyasiro diz que vai batalhar para que a Administração Municipal volte com o projeto. “Acredito que a biometria é um instrumento importante, que auxilia toda a cadeia educacional, ajudando principalmente a evitar a evasão escolar”. Explicação Questionada pela coluna, a gestão municipal informa que foi realizado “um projeto-piloto de reconhecimento biométrico” nas escolas, “o qual não mostrou assertividade, à época, dentro da rotina escolar”. Não foi explicado o motivo. Câmeras Para ampliar o controle de acesso e a segurança, o Município afirma apostar na instalação de câmeras. “Até o final deste ano, 100% das escolas próprias estarão monitoradas e integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO)”. Segunda votação A Câmara de Praia Grande vota nesta segunda-feira (25), em segunda discussão, o Projeto de Lei sobre o Orçamento Anual (PLOA) de 2025 na Cidade, enviado pela prefeita Raquel Chini (Republicanos). A receita orçamentária é estimada em R\$ 2,642 bilhões. Emendas impositivas Também em Praia Grande, os vereadores votam nesta segunda-feira as emendas impositivas, verbas que cada um tem direito a decidir onde a Prefeitura deve investir, em várias áreas. Quer secretaria O vereador de Cubatão Allan Matias (PSD) apresentou, na semana passada, requerimento à Prefeitura pedindo a criação da Secretaria Municipal de Pessoa com Deficiência, Mobilidade Reduzida e do Idoso. Políticas específicas Segundo Matias, o pedido tem como objetivo implementar políticas públicas específicas para esses grupos, promover parcerias entre o poder público e a iniciativa privada, além de garantir mais qualidade de vida à população idosa e com mobilidade reduzida. Sugestão “Eu sei que não posso legislar em matéria com impacto financeiro, mas fica aí o requerimento como sugestão ao próximo governo”, ressaltou o parlamentar do PSD. O vereador acrescentou que as pessoas com deficiência (PCDs) sofrem com a falta de espaço de referência para atendimento de suas demandas. Audiência A Câmara de São Vicente faz nesta terça-feira (26), às 18 horas, no plenário da Casa, audiência pública sobre o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo da Cidade. A sessão é aberta ao público (Rua Jacob Emmerick, 1.195, Centro). "Cada dia surgem mais evidências da gravidade daqueles que tentaram atentar contra a democracia do nosso País”. Alexandre Padilha, ministro das Relações Institucionais, em vídeo publicado nas redes sociais.