(Divulgação) A equipe de transição de governo do prefeito eleito Farid Madi (Pode) dividiu esse trabalho, iniciado ontem de manhã com a comissão montada pela atual gestão, em 12 eixos temáticos: Gestão Administrativa e Governo; Finanças Públicas e Orçamento; Saúde; Educação; Infraestrutura e Mobilidade Urbana; Segurança Pública; Desenvolvimento Econômico e Turismo; Desenvolvimento Social; Habitação; Meio Ambiente e Sustentabilidade; Cultura, Esporte e Lazer, e Previdência Municipal. Já se viram informações e documentos de quatro secretarias, três órgãos e do Gabinete do Prefeito. Abordaram-se itens como a estrutura organizacional da Prefeitura e a gestão dos precatórios municipais — dívidas que, por ordem judicial da qual não cabe mais recurso, a Administração tem de pagar; esse foi um dos motivos do parecer contrário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) às contas municipais de 2020, que a Câmara vota na terça. A próxima reunião de equipe e comissão será na segunda. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Mongaguá: continua O Ministério Público Estadual (MPSP) também apelará da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) que validou os votos do prefeito eleito de Mongaguá, Paulo Wiazowski Filho (PP). Insiste em que o candidato deve ter registro negado por improbidade administrativa e pela consequente rejeição de suas contas quando prefeito, em 2012. Pontos de vista Isso causou discórdia no TRE-SP. O relator do processo entendeu que Paulinho não poderia concorrer. Mas o juiz que abriu divergência e teve a tese acolhida pela maioria avaliou que não ficou provado ato doloso — intencional — nas irregularidades apontadas nas contas. Improbidade. Ou não Como a questão será levada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), este terá de decidir se Wiazowski cometeu ou não “irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa”, com inelegibilidade por oito anos, como prevê a Lei Complementar 64, de 1990, de âmbito federal. Variedade... Se os nove prefeitos eleitos na região em 2020 eram de apenas dois partidos — sete do PSDB, um do Podemos e um do Republicanos —, os escolhidos neste ano se dividem em seis legendas. Com dois cada, Podemos, PSD e Republicanos. Os demais estão em MDB, PP e União. ... relativa Agora, os eleitos são todos de siglas ligadas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na eleição passada, o então governador João Doria tinha oito prefeitos vencedores em partidos aliados. O nono, do Podemos, esteve na chapa do candidato Márcio França (PSB) em 2018. Convidado O deputado estadual Matheus Coimbra Martins de Aguiar, o Tenente Coimbra (PL), convidou o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Marco Antonio Assalve (foto), a explicar por que o fim das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos é frequentemente adiado. Porquês Coimbra espera que Assalve se pronuncie na Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa. O deputado vê prejuízos a famílias e comerciantes com interferências na infraestrutura e no trânsito. Policiais penais Também na Assembleia, tramita projeto da deputada estadual Solange Freitas (União) para que policiais penais (antigos agentes penitenciários) sejam isentos de tarifa no transporte coletivo intermunicipal. Bastaria se identificarem. Política digital A cientista política Christiane Disconsi lançou a segunda edição do e-book (livro digital) Os Eleitos e o que Eles Prometeram: Eleições Baixada Santista. Contém, por exemplo, entrevistas com futuros prefeitos e um resumo de seus planos de governo. Pode ser adquirido neste link. “Se (...) os partidos entenderem que não tem outro candidato para enfrentar uma pessoa (...) de extrema direita (...), estarei pronto para enfrentar” Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente, à CNN Internacional, ao dizer que só assim tentaria se reeleger; “Espero que não seja necessário”.