(Sílvio Luiz/AT) Aguardada para o final do mês passado, a decisão sobre eventual subsídio financeiro, por parte da Prefeitura, aos 51 permissionários das lotações que atendem os morros de Santos ainda está em análise na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No início de julho, em reunião intermediada pelo vereador Edivaldo Fernandes Menezes, o Chita (PSB), dirigentes Associação de Autolotação de Santos (AALS) entregaram ao presidente da CET, Antonio Carlos Silva Gonçalves, um estudo buscando subsídio nas tarifas das lotações. “Ainda não houve retorno. O contador e o advogado da AALS entregaram para a CET um levantamento de custos. Esse documento está sendo analisado para chegarem a um índice. Após isso, terá que ser apresentado um projeto de lei na Câmara para aprovação”, explicou à coluna a assessoria do vereador. A ideia é que, com o repasse, as vans mantenham a tarifa de R\$ 5,25 congelada, como acontece com os ônibus municipais. Para manter a passagem de ônibus no valor que vigora desde 2023, a Prefeitura repassa, por mês, R\$ 3,240 milhões à Viação Piracicabana, permissionária do transporte coletivo. A Administração alega que, se não houvesse aporte, a tarifa custaria hoje R\$ 7,43. Assim como os ônibus, as vans santistas possuem integração com o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).