As mais recentes prestações de contas à Justiça Eleitoral dos candidatos à Prefeitura de Santos neste segundo turno mostram que Rosana Valle (PL) arrecadou acima do limite autorizado de despesas para toda a campanha: R\$ 3.725.050,00 ante R\$ 3.300.350,00 do concorrente à reeleição Rogério Santos (Republicanos) (Shutterstock) As mais recentes prestações de contas à Justiça Eleitoral dos candidatos à Prefeitura de Santos neste segundo turno mostram que Rosana Valle (PL) arrecadou acima do limite autorizado de despesas para toda a campanha: R\$ 3.725.050,00, ante R\$ 3.300.350,00 pelo concorrente à reeleição Rogério Santos (Republicanos). Ele, porém, teve mais gastos declarados, com R\$ 2.566.328,16, dos quais foram doados R\$ 122,4 mil a outros candidatos ou partidos, não especificados. As despesas dela somaram R\$ 1.623.598,44. A última prestação de contas feita por Rogério, até agora, data de sexta-feira (18), e a de Rosana, de quinta (17). Ambos já entregaram dez relatórios por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) desde o início da corrida pelo voto. O limite máximo autorizado de gastos na Cidade, somados os dois turnos da eleição, é de R\$ 3.589.173,67. O maior doador à campanha dela é o PL nacional, com R\$ 3,565 milhões. À dele, o Republicanos nacional: R\$ 2,860 milhões. Mais longe Os dois candidatos no segundo turno em Guarujá ainda estão longe de equiparar suas receitas ao máximo permitido de gastos para campanhas, de R\$ 2.694.776,24 nos dois turnos. Arrecadou mais Farid Madi (Podemos), com R\$ 1.794.333,40, enquanto Raphael Vitiello (PP) auferiu R\$ 1,1 milhão por enquanto. Integralmente Outra diferença é que Vitiello conta só com repasses partidários para seu custeio. Por ora, R\$ 600 mil da direção estadual do PP e R\$ 500 mil da direção nacional. Da receita total da campanha de Farid, 86,38% partiram da direção nacional do Podemos, com R\$ 1,550 milhão. Diferenças Há disparidade nas despesas. Enquanto Farid utilizou para sua propaganda R\$ 1.628.933,59, dos quais R\$ 124.043,00 a outros candidatos ou partidos, Vitiello informou ao SPCE R\$ 119.196,11 em gastos. O concorrente do PP entregou quatro prestações de contas, a mais recente na quarta (16). O do Podemos, nove; a última, no dia 12. Para todos, a prestação final é até 16 de novembro. No século 20 A recente notícia de que, após 19 anos, a Câmara de São Vicente teve seus demonstrativos aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem como ressalva que as contas só receberam aval após recurso da Presidência da Casa. O fato é que nenhuma conta do Legislativo neste século ‘passou direto’. Milênio passado A última vez em que isso ocorreu foi em 2000, quando o presidente do Legislativo vicentino era o radialista Altair Di Marco. Depois, em 2001, outra aprovação, sob Luciano Batista, mas depois de apelação ao TCE. Cães com teto Para proporcionar abrigo a cães que vivem nas ruas de Santos, o vereador Fabrício Cardoso (Pode) apresentou projeto de lei para se criar o programa Casinha Legal. Cidadãos, ONGs e empresas, por exemplo, poderiam fazer pequenas casas de material reciclável em vias públicas, em pontos determinados pelo Município. Dois xarás Ainda em Santos, suplentes assumiram, só para a sessão de quinta, cadeiras de vereadores licenciados. Ambos com os mesmos prenomes: José Carlos de Almeida, o Kaculé (PSD), em lugar de Adriano Piemonte (União), e José Carlos Gonçalves Martins, o Tiganá, de Adilson Júnior (os dois, do PP). Também nisto Os substitutos também se igualaram, em meio a requerimentos para seus bairros e adjacências, ao propor homenagens. Duas sugestões Kaculé sugeriu a Medalha Braz Cubas ao ator Oscar Magrini, que morou na Pompeia e dá nome ao espaço cultural da sociedade de melhoramentos do bairro — que o vereador preside. Tiganá, votos de congratulações ao assessor parlamentar Leonardo Peres Martins, também advogado e professor. A ideia é (...) que a gente (...) publique o edital (do túnel Santos- Guarujá) no segundo trimestre de 2025 e realize o leilão em agosto de 2025” Raquel França Carneiro, diretora da Companhia Paulista de Parcerias, da Secretaria Estadual de Parcerias em Investimentos (SPI).