A Polícia Penal passa a ser órgão permanente de Segurança Pública, no mesmo patamar de importância das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica (Governo de SP/Divulgação) O Projeto de Lei Complementar (PLC) 37/2024, que cria a Polícia Penal no Estado, aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) na semana passada, vai impactar 27 mil servidores estaduais que atuam hoje na custódia, vigilância e escolta de 200 mil presos em 182 unidades. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! O PLC unifica as categorias de agente de segurança penitenciária e de agente de escolta e vigilância penitenciária, criando uma só carreira, com as mesmas atribuições e remuneração. A Polícia Penal passa a ser órgão permanente de Segurança Pública, no mesmo patamar de importância das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica. O projeto, que é de autoria do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aguarda a sanção para virar lei. Para ingresso na nova instituição, será necessário diploma de Ensino Superior. A coluna procurou o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp) para falar a respeito do PLC, mas não obteve resposta. Comemorou Nas redes sociais, o governador comemorou a aprovação. “É o cumprimento de uma promessa de campanha, o fortalecimento de mais um braço da segurança pública. Vai ajudar muito o sistema prisional, vai descomprimir a Polícia Militar. A Alesp tem colaborado muito com o Governo de São Paulo”. Golpe Ainda em relação a Tarcísio, o Governo do Estado divulgou alerta para um golpe na internet utilizando a imagem do governador e inteligência artificial (IA). Em vídeo, os golpistas recriam a voz de Tarcísio e reproduzem um texto falso. Cartões A fala é que o Procon de São Paulo determinou multa a todas as bandeiras de cartões de crédito, obrigando-as a devolver um valor em dinheiro aos consumidores. Os usuários são orientados a clicar em um link que simula o site do Procon. Ao acessar, as vítimas são levadas a fornecer informações pessoais e bancárias e perdem dinheiro. Lembranças O vereador de Santos e candidato à reeleição Paulo Miyasiro (Republicanos) esteve ontem no Super Centro Boqueirão, que completou 59 anos. Lembrou que cresceu se ‘perdendo’ pelo local, onde a mãe dele, Beth, tem uma loja há 58 anos. Reflexão Quem pode mudar a política de Santos? Essa pergunta tem chamado a atenção em cruzamentos da Cidade. A ideia é do candidato a vereador Gabriel Miceli (PSB), cuja equipe ergue uma placa com essa questão. Ao abordar as pessoas, a placa é virada e aparece um espelho, simbolizando que próprio eleitor pode transformar a política com o voto. Xará proibido Vence nesta segunda-feira (16) o prazo dado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para que o candidato a vereador da Capital Guilherme Boulos (Solidariedade) mude o nome escolhido para as urnas. Ele não poderá usar o Boulos, que já é do candidato a prefeito paulistano Guilherme Boulos (PSOL). Confusão A decisão, a pedido do PSOL, pretende evitar que o eleitor confunda os candidatos. O concorrente à Câmara dos Vereadores da Capital apoia a reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Comício O candidato governista de Cubatão César Nascimento (PSD) fez comício no sábado na Praça da Independência, no Jardim Casqueiro. Segundo a assessoria dele, participaram mais 5 mil pessoas. “O maior da história da Cidade”, divulgou a campanha de Nascimento. Caminhada Ainda no sábado, o candidato a prefeito de Itanhaém e ex-prefeito Marco Aurélio Gomes (PP) fez uma caminhada no Bairro Savoy. Integrantes da campanha classificaram o ato como “histórico”, com “mais de mil pessoas”, incluindo aliados políticos e líderes comunitários da Cidade. "A maioria dos congressistas não tem compromisso com nenhum povo indígena. O compromisso deles é com os grandes fazendeiros” Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente, durante cerimônia no Museu Nacional do Rio de Janeiro, realizada na última quinta-feira.