(Alexsander Ferraz/AT) Membros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), MDB e Republicanos não querem cair para “a Série B da política”. Essa analogia com o futebol, registrada pelo repórter Ted Sartori, foi proferida nesta sexta-feira (6) pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, ao lado do ministro das Cidades, Jader Filho. Ambos estiveram entre os participantes do fórum Esfera, no Hotel Jequitimar, em Guarujá. Outra característica deles, além da filiação ao MDB, é a de serem filhos de líderes políticos: Renan Calheiros, em Alagoas, e Jader Barbalho, no Pará. “Há uma federação do PT que tem em torno de 100 deputados (na verdade, 79, com PV e PCdoB) e outra do PL, em torno de 100 também (é sigla isolada, com 89). Digo ao MDB e ao Republicanos: ou a gente forma uma federação e vamos para perto de 100 deputados ou vamos para a Série B da política”. Contando só a Câmara Federal, MDB e Republicanos têm 44 parlamentares cada, e os 88 deputados que detêm se tornariam a segunda maior bancada da Casa. Para Renan, os dois partidos não podem “ficar pequeninos enquanto os outros estão crescendo”, pois “isso é ruim para o MDB e para o País. O centro democrático é que garante clareza para decisões acertadas, não permitindo que exageros da direita ou da esquerda levem o Brasil para caminhos equivocados”. Não deu samba Na quinta-feira (5), pela primeira vez no ano, a Câmara de São Vicente derrubou veto total do Executivo a um projeto aprovado na Casa. Assim, se tornará lei a proposta de que organizadores ou responsáveis por blocos carnavalescos sejam obrigados a deixar limpos e conservados os locais por onde passarem. Um princípio No veto, entregue pela prefeita em exercício Sandra Conti (União), justificou-se que a proposta feria o “princípio da legalidade das penas” expresso no Inciso 39 do Artigo 5° da Constituição Federal. A Carta Magna diz que “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal”. Uma reação Descontentes com a alegação, oito vereadores, a maioria, votaram para derrubar o veto. Só dois foram a favor: o presidente da Câmara, Wagner Santos Pinheiro, o Wagner Cabeça (União), e o líder do Governo, Fernando Paulino (PSD). Cinco estavam ausentes. O projeto era do vereador Tiago Peretto (União). Na gestão passada Até então, a última derrubada de veto total a um projeto aprovado na Casa fora em 2022, quando se fixaram os vencimentos para os cargos de assessor parlamentar — que o prefeito Kayo Amado (Pode) não quis acatar por questão “técnica”. Rapidamente Levou menos de cinco minutos para a Câmara de Itanhaém aprovar, em sessão extraordinária na quinta-feira (5), os dois projetos relativos ao Plano de Carreiras e de cargos em comissão e de confiança da Casa. Ficam criados 47 cargos comissionados (por indicação, sem concurso) e sete de confiança (para quem é de carreira). Não “necessariamente” serão preenchidos já, afirma. Mensagem O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin (PSB, foto), gravou vídeo em apoio às candidaturas de Rodrigo Cardoso Biagioni, o Rodrigo Casa Branca (União), a prefeito de Mongaguá e de Renato Carvalho Donato (PSB) a vice. Predicados Alckmin disse que os dois “têm experiência, têm espírito público, têm amor à Cidade”. E neste domingo (8), às 10 horas, Casa Branca votará na Escola Municipal Sirana Koukdjian, no Jardim Marina. A derradeira Neste sábado (7), a candidata à Prefeitura mongaguaense pelo PP, Cristina Wiazowski, fará a última caminhada da campanha antes da eleição de amanhã. Será na Avenida Nossa Senhora de Fátima, em Agenor de Campos. Terá companhia Nesse compromisso final, Cristina terá companhia, por exemplo, do deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Às 11 horas deste domingo (8), ela votará na Escola Estadual Professora Aracy da Silva Freitas, no Centro. "Quem vencer... toma posse no Centro Cultural Raul Cortez em 11 de julho".