[[legacy_image_336439]] Rogério Santos deve reunir mais partidos na eleiçãoNa tentativa de reeleição, o prefeito de Santos, Rogério Santos (Republicanos), deve ser o candidato com maior número de partidos apoiando seu nome. União Brasil, Podemos, PSDB, PSD, PP e PSB já são aliados, mas outros devem se juntar ao grupo. Comandar a máquina pública e ter os vereadores ao lado faz diferença na luta pela conquista de apoios. Mas isso não quer dizer que Rogério chegará perto do que fez o seu padrinho político, o ex-prefeito e deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Em 2016, Barbosa conseguiu reunir um ‘jumbão’ com 16 partidos para sua reeleição à Prefeitura de Santos. De lá para cá, porém, ocorreram muitas fusões de legendas. Procurado sobre as alianças, o prefeito disse que sua proposta para atrair apoios é baseada no diálogo. “Não em ideologia, no um contra o outro, na briga, na divergência. É na convergência do bom trabalho, do trabalho e resultado na gestão pública. O diálogo está aberto com vários partidos”, explicou. ParceriaSobre o último apoio público, do União Brasil, que foi formalizado em evento no sábado (17), Rogério destacou que o partido “não tem pautas extremistas”. “A parceria já existia, os dois vereadores da Câmara fazem parte do Governo, votando junto em projetos importantes”. Cadê ele?Não à toa o prefeito citou que apenas dois vereadores do União Brasil votam com o Governo (Viny Alves e Adriano Piemonte). Porém, o Legislativo santista tem mais um da legenda: Rui De Rosis, que não apareceu no evento de apoio e já é considerado da oposição. CríticasPara A Tribuna, De Rosis disse a decisão do partido de apoiar a atual Administração “vai contra as minhas convicções pessoais e princípios políticos. Acredito firmemente na necessidade de renovação”. PareiO vereador afirma que não será candidato nas próximas eleições. Ele vai apoiar o filho, Rui De Rosis Júnior, que tentará uma cadeira na Câmara, provavelmente pelo PL. “Meu filho, com experiência e competência na administração pública, mostra interesse em se candidatar, trazendo renovação e energia para enfrentar os desafios da Cidade”. Se tudo der errado...São cada vez mais fortes, nos bastidores, os comentários sobre o aquecimento que o ex-prefeito Paulo Alexandre Barbosa faz, caso precise entrar em campo, substituindo o seu pupilo Rogério Santos na candidatura. Perder a Prefeitura não está nos planos da atual situação. Tudo vai depender das próximas pesquisas de intenção de voto e da avaliação do grupo governista. Ela queriaA Tribuna apurou que a ideia de o PL apoiar a candidatura à reeleição de Kayo Amado (Podemos) em São Vicente foi da deputada federal Rosana Valle. Em troca, ela queria que o partido do prefeito vicentino a apoiasse em Santos. Não deuPorém, em reunião do Partido Liberal, Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido contra a proposta de Rosana, exigindo candidatura própria do PL em terras vicentinas. DesconversaProcurada sobre a situação, Rosana Valle desconversou. Disse, em nota, que os diretórios municipais do PL de cada cidade têm “o direito e a autonomia” para defender candidatura própria para as eleições de 2024. Sem imposição“Diferentemente de outros partidos, o PL não impõe pré-candidaturas ou candidaturas. Pelo contrário: concede a chance de seus membros de avaliarem e ponderarem nomes e estratégias”, continuou a deputada. “As discussões em torno de possíveis nomes para a corrida eleitoral na Baixada Santista prosseguem, sem desfecho, por ora. As definições ocorrerão em momento oportuno”. Frase“Olhando todo o conteúdo trazido até aqui, o conjunto da obra é bastante contundente de que havia uma tentativa de golpe”Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul, sobre as investigações de tentativa de golpe de estado no Governo Bolsonaro.