[[legacy_image_290924]] A concorrência pública para a primeira fase de obras do Aeroporto Civil Metropolitano, em Guarujá, aguarda liberação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para continuar. A licitação foi suspensa no dia 9, em despacho da auditora substituta Silvia Monteiro, do gabinete do conselheiro do TCE Antonio Roque Citadini. A decisão teve por base impugnações apresentadas pela advogada Cássia de Carvalho Fernandes e pela Marcio Donizetti Pinto Engenharia Ltda., que alegaram irregularidades no edital. Contestaram, por exemplo, necessidades como apresentação de certidão que comprove execução anterior de serviços similares, visita técnica obrigatória ao local das obras, exigência de capacidade técnico-profissional “que excede os limites legais” e contradições no requisito de qualificação econômico-financeira das empresas participantes da disputa. Ao mandar paralisar a concorrência, o TCE deu 48 horas à Prefeitura para se justificar sobre os itens questionados, o que foi feito. IndefiniçãoNão há prazo para as respostas do TCE às explicações da Prefeitura. A depender do retorno, a licitação poderá ser reaberta como está ou ser refeita, pelo menos, nos pontos contestados. Era previsto que as obras começassem até janeiro e terminassem em março ou abril. Na BaseCom custo estimado em R\$ 21,3 milhões, a primeira fase das obras do Aeroporto Metropolitano prevê projeto de reforma e adaptação da pista, locais para taxiamento (manobras), drenagem, cercamento, barreiras contra animais e via interna de serviço na Base Aérea de Santos, em Vicente de Carvalho. Dois assuntosO Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb) se reúne hoje, às 10 horas, em Itanhaém. Contra cheiasUm assunto serão as obras de macrodrenagem na região. Esses serviços têm impacto metropolitano. Em julho, a abertura de comportas da nova estação elevatória para combate a enchentes no Castelo, em Santos, fez a água invadir casas na Ilha do Bugre, em São Vicente. ConjuntamenteO outro consistirá no texto, a ser enviado à Assembleia Legislativa, do futuro Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI) da Baixada. Levará em conta itens como habitação, transporte, mobilidade urbana e meio ambiente. Trata-se do plano há pelo menos seis anos. Ida canceladaTambém se esperava o gerente de Assuntos Federativos da Presidência da República, Margonari Marcos Vieira. Abordaria programas como o Minha Casa, Minha Vida. Sou euDesde maio de forma contínua na Câmara, em substituição a Audrey Kleys (PP, hoje secretária municipal de Desenvolvimento Social), o vereador José Carlos Gonçalves Martins, o Tiganá (PP, foto), alega sofrer para ser reconhecido ao trabalhar fora do plenário. Pode crerTiganá declara ser alvo de “desconfiança” em atos oficiais e ações de fiscalização e que precisa “mostrar crachá” da Câmara. “Tem lugares em que a gente vai, e é difícil. Tiveram que ligar para a Audrey para ver se eu era vereador de verdade”. Pois, a quem ignora ou duvida, vai acima a foto dele. É candidatoO engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves é candidato da região à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado (Crea-SP). As eleições serão em 17 de novembro. Três vezesGonçalves se notabilizou, recentemente, por ter feito três pedidos de cassação do mandato do prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSDB). Baseados em investigações contra o tucano, foram arquivados pela Câmara. E o engenheiro, então presidente municipal do PDT, deixou o cargo e o partido. “É muito importante o Senado abrir as portas para ouvir estados federados, Distrito Federal e municípios. (...) A desburocratização é boa” Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, dizendo que deve haver reunião com prefeitos para ouvi-los sobre a reforma tributária.