Vereadores governistas e de oposição se juntaram para formar maioria na Câmara de Cubatão e decidir quem presidirá a Casa em 2027 e no ano eleitoral de 2028. Em conversas que levaram meses e vieram à tona nesta semana, definiram Jair Ferreira Lucas, o Jair do Bar (PSDB), para o comando da Mesa Diretora. Os nomes para vice-presidente e primeiro e segundo-secretários sairão destes outros sete membros: pela situação, Allan Matias (PSD), Daniel Barbosa de Assis Silva, o Xuxa (PSDB), José Elan dos Santos Gomes, o Batoré (Agir), e Ronaldo Araújo Queiroz, o Ronaldo da Comissão (PSD); entre opositores do Governo, Guilherme Malaquias, o Guilherme do Salão (PSB), Márcio Silva Nascimento, o Marcinho (PSB), e Roniele Martins da Silva, o Rony Martins (PSD). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Guilherme e Marcinho alegaram que os oito estão descontentes com a condução da Câmara pela Mesa atual, que estaria favorecendo projetos do Executivo e deixando em segundo plano “a representatividade dos 15” vereadores ao pautar proposituras. Antes dessa divisão, era considerado certo, desde 2024, que o vereador Joemerson Alves de Souza, o Cleber do Cavaco (PSD), voltaria a presidir a Casa nos próximos dois anos. A eleição formal da futura Mesa será na última sessão ordinária do ano, em dezembro, o que dará tempo para eventuais conversas. Tem pressa A coluna apurou que o prefeito César Nascimento (PSD) deu uma semana para os cinco vereadores alinhados à oposição — mas que garantem continuar na base apesar disso — se entenderem com os sete que se mantêm totalmente com o Executivo. Um interlocutor disse que Nascimento não interferirá na escolha do presidente, “desde que seja de consenso entre os 12 da base”. Surpreendidos O líder do Governo na Casa, Marcos Roberto Silva, o Tinho (PSD), “não tinha ouvido nem percebido nenhuma articulação. O prefeito ficou surpreso também”. Porém, “temos tempo. Uma semana pode ser pouco, mas 15 dias, prazo suficiente”. Estranheza Tinho também preside a Comissão de Justiça e Redação do Legislativo e manifestou “estranheza” com a acusação de prioridade à pautação de projetos do prefeito. “Sempre tive bom diálogo com os vereadores, inclusive da oposição.” Justamente Nesta sexta-feira (11), a coluna noticiou que a sessão extraordinária de quinta, na qual se votariam projetos do prefeito, não teve quórum. Dos 15 vereadores, faltaram os oito do grupo que planeja eleger Jair do Bar. Insatisfação Nesta sexta, no Salão Nobre do Paço, quando a Câmara de Santos devolveu à Prefeitura R\$ 6 milhões em repasses, vereadores constataram que o prefeito Rogério Santos (Republicanos) estava insatisfeito. Era com pagamentos feitos pela Secretaria de Comunicação e Economia Criativa a perfis de redes sociais com postagens críticas a opositores. À coluna, disseram não crer em alteração na pasta. Na terça, a Casa votará convite à secretária Selley Storino para que esclareça os fatos. Oswaldo Justo (Rafael Herrera) Justo, 100 O ex-prefeito Oswaldo Justo (1926-2003, foto) terá lembrado seu centenário de nascimento. Em solenidade organizada pela Prefeitura, às 10 horas de quarta (16), será descerrada uma placa no jazigo de sua família, no Cemitério da Filosofia, no Saboó. Nela, haverá um QR Code com um resumo biográfico de Justo. O primeiro A homenagem foi proposta pelo advogado Écio Lescreck e pelo jornalista Jorge Fernandes, segundo a Coordenadoria de Cemitérios. Justo foi o primeiro prefeito eleito na Cidade após a retomada da autonomia política. Governou entre 9 de julho de 1984 e o final de 1988. Ao Senado I Ainda com programação a definir, a candidata do PSB ao Senado, Simone Tebet, estará em Santos na segunda-feira (14). É provável que tenha compromissos além da sabatina na Associação Comercial. Ao Senado II No dia 21, outra segunda, irá a Santos e São Vicente o candidato ao Senado pelo Podemos, Geraldo Rufino. Dará entrevistas e inaugurará a creche de uma instituição assistencial no Rádio Clube.