[[legacy_image_328367]] Cubatão adia criação de autarquia para previdênciaA Câmara de Cubatão teve sessão extraordinária ontem. Um projeto aprovado era do prefeito Ademário Oliveira (PSDB), para adiar, de agora para 15 de outubro, o prazo para um grupo de trabalho entregar o resultado de uma análise sobre alternativas de gestão previdenciária para o funcionalismo municipal. Na prática, então, fica suspensa até lá a criação da Cubatão Previdência, autarquia que cuidará das aposentadorias e pensões e será a única gestora do regime. Essa mudança removerá da Caixa de Previdência dos Servidores Municipais a gestão do Fundo de Previdência, destinado a assegurar o pagamento de benefícios a aposentados e pensionistas. Abrangem-se funcionários efetivos da administração pública direta, de autarquias, fundações e do Legislativo. “O prazo de 180 dias, inicialmente fixado, demonstrou-se exíguo diante da complexidade do tema, e sua dilação é medida necessária e prudente”, argumentou o prefeito, na justificativa do projeto de lei complementar. Outra alteraçãoHá cerca de 6,5 mil beneficiários do sistema de previdência cubatense, considerados ativos, aposentados e com pensões. Também a partir de outubro, a Caixa de Previdência atual passará a se chamar Caixa de Assistência em Saúde dos Servidores Municipais de Cubatão e terá essa finalidade exclusiva. Votação adiadaIgualmente pautada para ontem, ficou para data incerta a análise de um pedido de cassação do prefeito. A Câmara não pôde votar a solicitação de impeachment, feita pelo vereador Alessandro Oliveira (PL), pois não se encontrou o suplente imediato: o ex-vereador e ex-presidente da Casa Geraldo Guedes (PL). Não encontradoPor ter sido autor do pedido, Alessandro teria de se afastar e dar a vez a um substituto da chapa que concorreu à Câmara em 2020. Guedes, se tivesse sido localizado, votaria a questão no lugar do titular. Nunca prosperaramJamais um pedido de cassação contra Ademário Oliveira teve eco na Casa, de maioria governista. Entre eles, os que requeriam o impeachment do prefeito por acusações como as de ofender o vice-prefeito Ivan da Silva, o Ivan Hildebrando (PSB), suposta propaganda pré-eleitoral no Parque Anilinas e alegada irregularidade no custo de um contrato de transporte escolar. Por ora, líderO vereador Adilson Júnior (PP) não sabe se o prefeito Rogério Santos (Republicanos) o manterá como líder do Governo na Câmara. Afirma que se reunirão na segunda-feira, mas a questão não está na pauta: serão debatidos “planos” e “projetos” da Administração neste ano. O primeiroLigado a Bertioga desde quando era parte de Santos, José Mauro Orlandini (União) foi o primeiro prefeito bertioguense, de 1993 a 1996, e exerceu o cargo outras duas vezes seguidas, entre 2009 e 2016. Neste novo ano eleitoral, ele declara se manter “atualizado e conectado com este universo”, mas considera “cedo” para dizer se concorrerá ou apoiará alguém. A resolverOrlandini afirma cuidar “dos meus processos monstrinhos”, que são “herança” de sua gestão e foram instaurados porque, segundo ele, a legislação não separava adequadamente “um erro administrativo, muitas vezes burocrático, das questões dolosas (intencionais)”. Telma, hojeEstá marcada para as 10 horas a reunião do PT santista na qual será homologada a pré-candidatura da vereadora Telma de Souza à Prefeitura. Entre os petistas de maior expressão no encontro, estarão o deputado estadual Eduardo Suplicy e o federal Kiko Celeguim, presidente do PT paulista. InstituiçãoO encontro será no Sindicato dos Aquaviários (Settaport), presidido pelo vereador Francisco Nogueira, dirigente do PT na Cidade. “Não foi uma revogação nem uma convalidação, foi uma suspensão. Vamos entender o que a lei diz e vamos cumprir a lei”Fernando Haddad, ministro da Fazenda, sobre a suspensão da isenção tributária concedida na gestão passada para pastores evangélicos.