(Vanessa Rodrigues/AT) Partidos políticos e federações podem realizar, a partir de segunda-feira (20), convenções partidárias para definir coligações e escolher candidatas e candidatos aos cargos em disputa nas eleições deste ano. O período vai até 5 de agosto e marca as definições oficiais para o pleito. As informações são do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Após as escolhas, o registro das candidaturas deve ser feito na Justiça Eleitoral até as 19 horas de 15 de agosto. Em 4 de outubro, eleitores irão às urnas para eleger presidente da República, governador e vice-governador, dois senadores, deputados federais e estaduais. Eventual 2º turno ocorrerá em 25 de outubro. As coligações, a serem definidas nas convenções, ocorrem quando dois ou mais partidos se unem para lançar candidaturas em conjunto. Nas eleições gerais, são válidas para as disputas dos cargos majoritários: senadores, governadores e presidente. Já as federações são alianças entre dois ou mais partidos com afinidade programática, que se juntam para atuar como única agremiação. A união deve vigorar por, pelo menos, quatro anos e tem abrangência nacional. A junção de agremiações busca a obtenção de mais tempo de televisão para as campanhas eleitorais, que têm início em 16 de agosto, e a possibilidade de receber verbas de outras legendas, por exemplo. Quantidade Nas eleições majoritárias, cada partido, federação ou coligação poderá registrar um candidato ou candidata ao cargo de governador. Para senador, dois candidatos ou candidatas. Nas eleições proporcionais, cada partido ou federação poderá registrar até 100% do número de lugares mais um. Em São Paulo, é possível registrar até 71 candidatos a deputado federal e 95 ao cargo de deputado estadual. Gênero Segundo a legislação, partidos e federações preencherão o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas registradas para cada gênero, masculino e feminino. O cálculo deve ser feito sobre as candidaturas efetivamente requeridas, com a autorização da candidata ou do candidato. Regra No último mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a validade da regra que obriga partidos a destinarem, no mínimo, 30% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário para candidatos pretos e pardos. Será candidato Na última quinta-feira, o vereador santista Benedito Furtado (PSB) lançou sua pré-candidatura à Câmara Federal. Foi na sede do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), que ele presidiu por quatro mandatos entre 1981 e 1993. Apoio do concorrente A decisão de Furtado, que é jornalista, contou com o apoio do também político e jornalista Raul Christiano (PSDB) nas redes sociais. O inusitado é que o tucano também concorrerá ao mesmo cargo. “Sucesso, amigo querido. Espero ser seu colega na Câmara dos Deputados”, escreveu Christiano. Futuro Com os nomes de pré-candidatos à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e à Câmara dos Deputados encaminhados, o grupo do prefeito de São Vicente, Kayo Amado (Podemos), trabalha agora para fortalecer a sucessão no Município. Ganhando força Nesse cenário, o secretário-executivo da Prefeitura vicentina, Mário Tito (foto), braço direito do prefeito, ganha cada vez mais força dentro do Executivo. Ele já conta com apoios na Câmara de São Vicente. Advogado e secretário-executivo de São Vicente, Mário Tito (Divulgação) Cerol A Administração vicentina fez neste sábado (18) uma ação de prevenção de acidentes distribuindo 300 antenas corta-pipa para os motociclistas. No início do mês, um homem morreu ao ser atingido por uma linha com cerol enquanto trafegava de moto pela Imigrantes, em São Vicente. É lei Essa campanha, Pit Stop do Motoca, está na quarta edição. É prevista em lei municipal de autoria do vereador Fernando Paulino (PSD), que hoje está no cargo de secretário municipal de Comércio, Indústria e Negócios Portuários da Cidade.