[[legacy_image_269742]] Alberto Mourão (MDB, na foto), Carlos Alberto da Cunha, o Delegado Da Cunha (PP), e Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) votaram sim, e Rosana Valle (PL) disse não. Essa foi a posição dos deputados federais que representam a Baixada Santista na terça-feira à noite, quando a Câmara aprovou, por 372 votos a 108, o texto-base do arcabouço fiscal — regra com a qual o Governo pretende dar fim à atual norma do teto de gastos e controlar o crescimento da dívida pública (leia mais na página B-2). Mourão e Da Cunha declararam à coluna, por meio de suas assessorias, que o relatório do projeto, elaborado pelo deputado federal Claudio Cajado (PP-BA), resolveu dúvidas dos parlamentares. Na avaliação do emedebista, que “tinha ressalvas em relação à primeira proposta”, o relator “fez os ajustes, com parâmetros mais claros” e “a verificação de cumprimento de metas”. Da Cunha entende que o relatório “sinaliza estabilidade política e econômica para que o País cresça com equilíbrio e solidez”. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! ResponsabilidadeTambém favorável ao texto, Paulo Barbosa fez uma comparação: “Fui prefeito de Santos por oito anos e tive minhas contas 100% aprovadas pelo Tribunal de Contas (do Estado). (...) Por isso, votei a favor do arcabouço fiscal, que cria regras e limites claros para que o Governo possa ter responsabilidade e não gaste mais do que arrecada”. Cheque em brancoRosana declarou ter votado contra o projeto porque “não há compromisso nenhum em cortar despesas e reduzir os gastos. É mais um cheque em branco nas mãos do mesmo Governo que já mostrou, tempos atrás, que faz mau uso do dinheiro público”. Se o teto de gastos não era “perfeito”, “trazia mais segurança para as contas públicas”. Moradia ruralO arquiteto e urbanista santista Rafael Ambrósio anunciou ontem, pelo Facebook, que está trabalhando no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Terá como tarefa, segundo ele, estruturar uma “política nacional de acesso à habitação rural aos assentados da reforma agrária”. PolíticaFiliado ao PT, Ambrósio disputou a Câmara em 2016 e, suplente, exerceu mandato em licenças de Francisco Nogueira e Telma de Souza. De mudançaEx-vereador em São Vicente, ex-deputado federal e hoje na Embratur, Júnior Bozzella transferirá o título de eleitor. Assumiu o União Brasil no Distrito Federal, onde passa mais tempo, para que a sigla se expanda em 2026. Visa a eleger dois senadores, suplentes, governador e vice. “A partir de lá, a gente faz essa articulação nacional”, planeja. Em São PauloOs secretários estaduais de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab (foto), e de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, receberam o prefeito de Peruíbe, Luiz Maurício (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes. Foi na terça. ConversandoSem detalhar projetos, Maurício declarou ter abordado com os secretários “pautas de desenvolvimento da região e obtenção de recursos para o Município, apresentando ideias e projetos”. PPA em debateHoje, às 14 horas, há audiência pública sobre o Plano Plurianual (PPA) do Governo Estadual para o período 2024-2027 na Baixada.O PPA define diretrizes, objetivos e programas governamentais. Para participarQualquer interessado pode apresentar projetos e sugestões. O link para a audiência é este. LegadoUm dos ministros que deixaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tiveram substitutos definidos ontem (leia na B-3), Carlos Horbach, teve, como uma de suas últimas decisões, a anulação dos votos do antigo PSL à Câmara de São Vicente. Isso mudará cadeiras na Casa. “O Congresso está passando uma boiada (...) e as áreas de meio ambiente e indígena ficam com a maior conta”Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, órgão que reúne 94 organizações, sobre mudanças na política ambiental do Governo.