[[legacy_image_330416]] O presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini (foto acima, no centro), esteve no Santos Futebol Clube na sexta-feira (26) de manhã. Em visita intermediada pelo deputado estadual Caio França (PSB, à dir.), foi recebido pelo presidente do Santos, Marcelo Teixeira (de branco). França afirmou que se abordaram dois temas. Uma, a possibilidade de que a APS patrocine o time, a exemplo do que estatais como Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil fazem no futebol. A outra, que contate operadores portuários para que ajudem, por exemplo, no patrocínio de categorias de base e eventos organizados pelo Santos. “A ideia é uma relação mais próxima do Porto com o principal clube da Cidade”, disse o deputado, que é membro do Conselho Deliberativo (CD) e também está atuando como “assessor institucional” não remunerado do Peixe. Também na foto, o presidente do CD da equipe, Fernando Reverendo Vidal Akaoui (à esq.), e o conselheiro Marcelo Teixeira Filho. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! ProximidadeA busca por estreitamento institucional ocorre perto da visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá fazer ao Porto, na sexta-feira, quando o complexo completará 132 anos. Um assunto com o Governo, já discutido em Brasília pela atual gestão do time, é a compra da área da União onde está o Centro de Treinamento, no Jabaquara. Preço fixadoEm maio último, A Tribuna revelou que a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) queria R\$ 71,5 milhões pela área. A aquisição era assunto na época de Andres Rueda na presidência. Em abril de 2022, quando o então presidente Jair Bolsonaro (PL) visitou o Estádio Urbano Caldeira, eles conversaram sobre a ideia. Time suprapartidárioO presidente Marcelo Teixeira está aproveitando a presença de deputados estaduais no Conselho Deliberativo que foi eleito em dezembro, para que façam como França e Paulo Corrêa Júnior (PSD), citado na coluna de ontem. Matheus Coimbra Martins de Aguiar, o Tenente Coimbra (PL), também é conselheiro. Mandato garantidoMesmo sem a presença do suplente no lugar do titular, que pediu a cassação do prefeito de Cubatão, a Câmara votou e rejeitou, em sessão extraordinária realizada na sexta-feira, o impeachment de Ademário Oliveira (PSDB). Placar: 9 a 4. Licenciado, voltouO autor da solicitação foi o vereador Alessandro Oliveira (PL), que havia se licenciado e reassumiu o posto após a votação. O primeiro substituto, Geraldo Guedes (PL), não compareceu. A Casa deve ter nova sessão extra nesta semana, de acordo com sua assessoria. Caridade, hojeO prefeito Rogério Santos (Republicanos, foto) usou parte de seu discurso na sessão solene de aniversário da Cidade, na sexta-feira, para dizer que a Câmara “demonstrou coragem” ao encarar questões ligadas à “caridade” — que interpretou, para os dias atuais, como “responsabilidade social”. Escravizados“Porque a escravidão no Brasil não acabou”, disse ele. “Muita gente é escrava do álcool, da droga. Muita gente é escrava das calçadas. E a gente não tem que ter medo, e a gente não tem que aceitar a intolerância. (...) Leis polêmicas, não é todo mundo que gosta, porque não tem like, não é bonito”. Foi a deixaIndiretamente, a referência a calçadas é relativa ao projeto de lei que a Prefeitura enviou ao Legislativo, em dezembro, para que o Município pague meio salário mínimo mensal no aluguel de moradias para pessoas em situação de rua já atendidas pela Prefeitura. ControvérsiaA proposta foi aprovada em primeira discussão, a despeito de vereadores terem entendido que o dinheiro iria diretamente para as mãos de sem-teto. Não há data para a votação final do texto. “Falamos de 480 mil jovens de Ensino Médio se evadindo da escola em um ano. Vamos dizer: ‘Jovem, queremos que você (...) tenha futuro’” Camilo Santana, ministro da Educação, no lançamento do programa Pé-de-Meia, para que alunos pobres concluam essa etapa de estudos.