[[legacy_image_355420]] Após dois anos seguidos fechando no azul, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos terminou 2023 com prejuízo de R\$ 2,405 milhões. É o que consta no relatório da administração da empresa. Um elemento que levou ao saldo negativo foi a variação monetária passiva, que se calcula sobre os débitos previdenciários e fiscais. Em 2022, tinha variado R\$ 5,812 milhões. No ano passado, R\$ 8,015 milhões. Entre os parcelamentos de débitos que a CET firmou com o INSS, estão um que somava R\$ 5,251 milhões em dezembro último, em 145 parcelas (12 anos e um mês), e outro com R\$ 5,112 milhões de saldo ainda devedor, após parcelamento em 180 vezes (15 anos). Ainda constam R\$ 13,005 milhões, a quitar em cinco anos, de uma dívida que a Prefeitura tinha assumido, mas que retornou para a empresa. O total do passivo não circulante — débitos em encargos sociais, previdenciários, impostos e contribuições a recolher — subiu de R\$ 37,693 milhões para R\$ 39,717 milhões. Multas: quedaConsideradas as principais receitas operacionais da CET, o total de multas caiu 25,1% no ano passado, de R\$ 51,964 milhões para R\$ 38,943 milhões. Houve compensação com a alta no valor do convênio com a Prefeitura, de R\$ 37,499 milhões para R\$ 49,999 milhões em 2023. EquilíbrioO Conselho Fiscal da companhia considerou ter havido “preocupação da empresa em ter o equilíbrio em suas contas” e destacou, em ata de reunião, “a importância da manutenção do recolhimento em dia de todos os parcelamentos e sempre buscar a obtenção da Certidão Negativa de Débitos perante a Receita e a Procuradoria Federal”. DúvidasA despeito dessa conclusão, o vereador Francisco Nogueira (PT) se considerou “surpreendido”, como escreveu em requerimento à Prefeitura que apresentou na sessão de ontem da Câmara. Quer saber por que o recolhimento de encargos sociais e impostos falhou e se há plano para quitar dívidas “a médio prazo” e redução de despesas. Novo presidenteO vereador Fabrício Cardoso assumiu ontem a presidência do Podemos em Santos. A confirmação, feita em vídeo, é da presidente nacional do partido, a deputada federal por São Paulo Renata Abreu. Para ser préO até então presidente do Pode, Leandro Chadad, passou à vice-presidência para poder se dedicar a sua pré-candidatura a vereador. “Tenho certeza de que (Cardoso) saberá conduzir (o partido) com capacidade e maestria”, afirma Chadad. Foi uma inversão: o vereador era vice-presidente da sigla. Sem violênciaQuem agredir mulheres física e psicologicamente em Santos poderá ter de ressarcir ao Sistema Único de Saúde (SUS) os custos com o tratamento delas. O vereador Roberto Oliveira Teixeira, o Roberto de Jesus (Republicanos), fez essa proposta ontem na Câmara. Agressor pagariaA Prefeitura cobraria dos agressores as despesas com vítimas de violência doméstica, conforme prevê o projeto de lei de Teixeira. Os valores seriam os das tabelas do SUS e do Sistema Único de Assistência Social, com correção. GastronômicaProposta do vereador Ademir Pestana (PSDB): que a Avenida General San Martin (Canal 7), na Ponta da Praia, se torne via gastronômica. Vê semelhanças com da Rua Tolentino Filgueiras, no Gonzaga, que já recebe tal denominação. CarlinhosEm Praia Grande, o vereador Rodrigo Rosário (Mobiliza) pede que a Prefeitura dê explicações sobre a conduta médica aplicada ao adolescente Carlos Teixeira, de 13 anos, que morreu após ser agredido na escola. Declara que seu objetivo é “garantir a transparência e a responsabilidade no serviço público”. “É um porto que cabe ao Governo do Estado, mas é um compromisso do Governo (Federal) de a gente ajudar a melhorar a infraestrutura do porto” Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, ao prometer ajuda ao complexo portuário de Porto Alegre (RS), afetado pelas cheias.