[[legacy_image_301933]] Presidente em exercício da Câmara de Santos, Paulo Miyasiro (Republicanos) não quis definir sozinho a inclusão, na pauta de hoje, do projeto de lei para autorizar a Prefeitura a tomar empréstimo de até US\$ 105 milhões (R\$ 541 milhões) para serviços de acessibilidade e macrodrenagem na Cidade. O vereador apelou ao Colégio de Líderes, grupo de lideranças partidárias destinado a ajudar a Presidência a organizar os itens a serem votados nas sessões. Os representantes de seis dos dez partidos com cadeiras na Casa e que participaram de reunião ontem — PSDB, PP, União Brasil, PSB, PT e Republicanos — aprovaram a inserção da proposta, a ser votada em debate final. Os líderes de PSOL, Pode, PSD e PL justificaram ausência. Significará outro passo para que o Executivo obtenha verba do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). O dinheiro servirá para obras como um conjunto habitacional e a compra de 1,5 mil novas câmeras para o Centro de Controle Operacional (foto). Tema adicionalNa votação que definiu o aumento do número de vereadores em Guarujá, na terça-feira, também houve debates sobre os salários recebidos pelos legisladores. Foi Wagner dos Santos Venuto, o Waguinho Fé em Deus (União), quem levantou a questão — enquanto justificativa seu “sim” ao incremento de vagas. Presidente rebateWaguinho disse ter proposto a redução dos vencimentos dos vereadores, não votada. O presidente da Câmara, Edmar Lima dos Santos, o Juninho Eroso (PP), interveio, alegando que o vereador estava deixando de lado o tema da redução de cadeiras e declarando que “nós trabalhamos. É um direito nosso”. "Aí eu quero ver"“Se o senhor (Waguinho) não quiser, doe (seus vencimentos) para uma entidade. Eu invisto o meu salário”, afirmou Eroso, acrescentando que “logo (se) vai colocar (em votação) aumento para vereador. Aí eu quero ver (a postura de cada um)”. Há projetosO “logo” não é um prazo exato. Em junho, pouco antes do recesso, a Mesa Diretora da Câmara de Guarujá apresentou dois projetos de lei para aumentar, a partir de 2025, os subsídios de prefeito, vice, secretários municipais e vereadores. Os ganhos destes últimos subiriam 81%. Mas foram tirados da pauta. Postos mudadosA deputada estadual Solange Freitas não coordena mais o União Brasil na Baixada. Em seu lugar, está o chefe de Gabinete dela na Assembleia Legislativa, Givanilse dos Santos, o Gil do Conselho. Este presidia o partido em São Vicente, agora liderado pelo secretário de Governo vicentino, Rafael Leite. Exame toxicológicoO vereador santista Vinicius de Moraes Alves Barboza, o Viny Alves (União, foto), propõe exigir exame toxicológico para que os candidatos eleitos aos três conselhos tutelares de Santos tomem posse. Já no cargo, eles teriam de refazer o teste a cada seis meses, sob pena de perder o mandato. Para conselheirosAlves entende que o teste “de larga janela de detecção” — para eventual identificação do uso de substâncias como maconha, cocaína, crack e ecstasy — ajudaria a evitar que conselheiros atuassem sem plena capacidade de decisão e prejudicassem a imagem dos conselhos tutelares da Cidade. Em BrasíliaO ex-prefeito de Itanhaém e presidente municipal do PL, Marco Aurélio Gomes, teve dois dias de atividades em Brasília. Na terça, esteve com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para tratar das próximas eleições, e com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), cuja mãe mora em Itanhaém. No LegislativoOntem, Gomes, que é pré-candidato à Prefeitura itanhaense, conversou com os deputados federais do PL Rosana Valle e Marcio Alvino. "Considerando uma instituição que vem funcionando bem,não vejo muita razão para mexer na composição e no funcionamento do Supremo".Luís Roberto Barroso, presidente do STF, ao dizer que “nenhum tema é tabu” e “eu compreendo, mas compreender não significa concordar”.