[[legacy_image_61530]] A eficácia global da CoronaVac é de 50,38%. O resultado, atingido por meio dos testes do imunizante no Brasil, era um dos dados mais aguardados pela comunidade médica e científica. A chamada eficácia global é o número que vai apontar a capacidade da vacina de proteger em todos os casos, independentemente do nível de gravidade. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma vacina é eficaz acima de 50%. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Na quarta-feira da semana passado, o Comitê internacional de avaliação enviou ao Butantan os resultados dos estudos clínicos da fase 3. Na sexta-feira, o instituto formalizou o pedido de uso emergencial da vacina. Até então, apenas os dados preliminares da vacina foram apresentados: 78% para casos leves e 100% para casos graves e moderados. Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, nenhuma outra companhia apresentou dados detalhados antes da liberação da Anvisa. “O Butantan é um instituto público que não tem outro objetivo a não ser oferecer à população uma vacina eficiente e eficaz”. Isso, nas palavras de Covas, mostra a total transparência mesmo diante das críticas pelo desenvolvimento em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Se não fosse isso, não haveria vacinas prontas em solo brasileiro, frisou o diretor. A CoronaVac, já estava sendo testada em ensaios pré-clínicos em abril. Essa agilidade pôde acontecer porque a Sinovac já estava pesquisando uma vacina para um outro tipo de coronavírus e adaptou o imunizante para ao novo que causou a pandemia.