[[legacy_image_121481]] O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comemorou nesta segunda-feira (8), a melhora da pandemia no País na esteira do avanço da vacinação. Ao sair de um evento no Rio, contudo, ele disse que estava atrasado e não respondeu a uma pergunta sobre uma eventual medida nacional que desobrigue o uso de máscaras, como algumas cidades e Estados vêm adotando. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "A vacina contra a covid é a esperança de dar fim ao caráter pandêmico dessa doença. Os resultados já estão aí. ontem [domingo, 7], no Estado do Rio de Janeiro, não teve um óbito sequer", disse. Queiroga esteve no Rio na tarde desta segunda (8) para visitar o Instituto Fernandes Figueira, ligado à Fiocruz. O evento comemorava os dez anos do programa Melhor em Casa, do SUS, que oferece procedimentos caseiros a pacientes graves e crônicos e foi criado no início do governo Dilma Rousseff (PT). Segundo a divulgação do ministério, mais de 500 mil brasileiros já foram atendidos pelo programa. Na cerimônia desta segunda, o ministro habilitou 116 novas equipes para atuar no âmbito da iniciativa. Atualmente, o programa está em 732 municípios e tem cerca de 1,6 mil equipes. "Vamos continuar trabalhando para ampliar o acesso de brasileiros a políticas públicas que sejam efetivamente de interesse público e capazes de mudar o desfecho na Saúde. Um grande desafio que agora está facilitado pela consciência geral da importância do Sistema Único de Saúde. Ninguém mais duvida da importância do SUS", afirmou o ministro.