[[legacy_image_202129]] Assim que o ator americano, Matt Ford, testou positivo para varíola do macacos – também conhecida como monkeypox – em junho, ele postou vídeos no Twitter e no TikTok para mostrar como era. Ford mostrou aos internautas as marcas por todo o corpo e também falou sobre algumas nas “áreas mais sensíveis, que também tendem a ser as mais dolorosas”. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em uma época em que as pessoas costumam usar as redes sociais para exibir versões idealizadas de si mesmas, exibir feridas e lesões talvez fosse incomum. “A razão pela qual estou falando, é principalmente porque uma coisa é saber que há um surto de varíola, outra é saber o que isso significa se acontece com um amigo ou com você”, explicou. No mês de julho, a caixa de um posto de gasolina, Camille Seaton, de 20 anos, ganhou mais de 10 milhões de visualizações em uma série de postagens no TikTok que detalhavam sua luta contra a doença. Uma delas começou com a jovem cobrindo a boca com a mão e, em seguida, ela revelou a parte inferior do rosto com quase uma dúzia de feridas. A velocidade com que as pessoas com varíola dos macacos saíram das sombras é familiar. Assim como os ativistas da Aids, há 40 anos, muitos dos pacientes hoje dizem que vão a público para aumentar a conscientização e protestar contra a lenta resposta do governo americano. *Com informações de O Globo