[[legacy_image_47212]] Espalhou-se no Brasil, na quarta-feira (19), a notícia de que um bebê, filho de uma médica que tomou as duas doses de vacina contra covid-19 durante a gestação, nasceu com anticorpos para o coronavírus. O infectologista Marcos Caseiro afirma ser algo comum: ocorre com outras doenças. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Toda mãe passa os seus anticorpos de classe IgG (imunoglobulina G) que possui para o bebê durante a gestação. Essa é a regra, e reforça a importância da vacinação nas mães. Isso vale para qualquer tipo de vacina, não só a da covid-19”, salienta. O médico afirma que a amamentação também ajuda a passar os anticorpos de classe IgA (imunoglobulina A) encontrados na mucosa respiratória, como a boca, e presentes no leite materno. Caseiro ressalta que os anticorpos tendem a durar no organismo do bebê por sete a nove meses. Assim, o bebê ficará protegido se a mãe for imunizada durante a fase do aleitamento. No Sul O bebê citado no começo desta reportagem nasceu em Tubarão (SC) há cerca de 40 dias. A mãe, médica, e atuava na linha de frente contra a covid-19. Ela recebeu as duas doses da CoronaVac antes do nascimento do bebê, e exames de sorologia apontam que ele nasceu com anticorpos.