[[legacy_image_83415]] O infectologista Leonardo Weissmann acredita que ainda não é hora para maior flexibilização. O médico afirma que está comprovada a transmissão comunitária da variante Delta no País e que ela é mais contagiosa. Por isso, não se pode descartar um aumento do número de casos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Toda cautela é pouco. Para flexibilizar, é preciso aumentar a porcentagem da população vacinada, além de manter as demais regras de prevenção: evitar aglomerações, manter distanciamento físico e usar máscaras respiratórias sempre”, recomenda. A infectologista Raquel Stucchi diz ser preciso considerar que os índices de ocupação de leitos e mortes ainda são altos. “Os dados mostram uma melhora, mas o patamar ainda é alto. A expectativa que temos é de que a variante Delta deve fazer essa flexibilização durar pouco tempo. A eficácia de uma dose só é muito ruim contra essa variante. É de se esperar que de duas a três semanas tenhamos um novo aumento de casos”, adverte. Estado Em nota, o Governo do Estado informa que está sendo estudada a possibilidade de novas flexibilizações, caso os dados da covid-19 continuem caindo de forma expressiva. “Todos os detalhes e se isto realmente vai acontecer só será possível (ter) nas próximas semanas, com os dados fechados do mês de julho.” O Estado diz, ainda, que todas as decisões adotadas são realizadas de acordo com avaliado pelo Centro de Contingência do Coronavírus e baseadas em análises e pareceres médicos para permitir, de forma consciente e gradual, a retomada das atividades econômicas dos setores.