[[legacy_image_139721]] O gerente de Incidentes da Organização Mundial de Saúde (OMS), Abdi Mahamud, afirmou que a nova variante do coronavírus encontrada na França está sendo monitorada "de perto" pela entidade. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A variante foi identificada por pesquisadores franceses e é derivada de outras identificadas na República do Congo em setembro de 2021. O Instituto Hospitalar Universitário de Marselha anunciou, no dia 9 de dezembro, pelo Twitter, que batizou a variante com sua sigla "Ihu". De acordo com os pesquisadores essa variante contém 46 mutações, até mais do que a Ômicron. "Esse vírus teve altas chances de infectar desde novembro, quando foi identificado", disse o gerente em uma coletiva de imprensa em Genebra (Suíça). Dessa forma, segundo Mahamud, até agora, a cepa ainda não representou uma grande ameaça. Quanto à Ômicron, Mahamud destacou que a variante continua se espalhando rapidamente, sendo que a maioria dos países está vendo um alto número de casos e poucas mortes. De acordo com ele, a vacinação continua sendo essencial principalmente para as populações vulneráveis. Os primeiros casos da variante encontrados na França foram reportados na comuna de Forcalquier, na região de Provença-Alpes-Costa Azul. Em Marselha, surgiram uma dezena de casos associados a viagens aos Camarões, país que faz fronteira com a República do Congo. No final de dezembro, os pesquisadores publicaram um documento sobre a variante, denominada B.1.640.2. No entanto, a pesquisa ainda precisa de validação de outros cientistas. Pouco se sabe sobre a Ihu, tendo em vista que o número de casos registrados ainda é pequeno. O que se sabe, por enquanto é que ela está associada a um possível aumento da transmissão do vírus. *Com informações de O Globo