[[legacy_image_114939]] O Governo de São Paulo avalia a possibilidade de vacinar com Pfizer as pessoas que receberam a primeira dose do imunizante de Oxford/AstraZeneca. A medida pode ser adotada se o Estado não receber do Governo Federal um lote de 400 mil doses para reduzir de 12 para oito semanas o intervalo entre vacinas. O tema foi abordado em coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes, na Capital Paulista, nesta quarta-feira (20). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O Ministério da Saúde anunciou a redução do período para aplicação das duas doses na última sexta-feira (15), alegando para isso ter concluído o envio dos imunizantes a todos os estados. No entanto, o Governo de São Paulo bate na tecla de que precisa de 400 mil doses para aderir à estratégia. “Aguardamos que eles (Ministério da Saúde) nos enviem (as doses restantes). Se isso não acontecer, vamos avaliar se faremos ou não (a antecipação) com a dose da Pfizer”, destacou a coordenadora do Plano Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula. De acordo com ela, o Governo Estadual solicitou um posicionamento ao Ministério da Saúde e aguarda resposta ainda nesta quarta-feira. “São Paulo sempre teve olhar muito milimétrico e precioso para a nossa vacinação, respeitando sempre o cronograma exatamente para não frustrar a expectativa da nossa população no seu direito de se vacinar e se proteger contra a covid-19. Esperamos esse mesmo olhar do Ministério da Saúde”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn. Ele ainda explicou que o Estado precisa das 400 mil doses para garantir a proteção da população. “Para essas pessoas estarem devidamente imunizadas e protegidas, elas precisam ter as duas doses”.