[[legacy_image_1864]] Os sintomas dos pacientes com coronavírus variam de pessoa para pessoa e podem ser confundidos com gripe ou até mesmo com a dengue. Por isso, ATribuna.com.br traz a diferença entre essas doenças e como manter-se protegido. Segundo o infectologista Marcos Caseiro, uma diferença importante é a dificuldade para respirar dos pacientes com coronavírus. “O quadro pode ser semelhante até chegar a esse ponto”. O nariz entupido aparece frequentemente em resfriados, às vezes em gripes e, raramente, em casos do novo coronavírus. Já a dor de cabeça é rara em resfriados, comum em gripes e pode surgir em infecções pelo novo coronavírus. >> Veja as diferenças entre o coronavírus e a gripe Ele explica que é fundamental tomar a vacina contra o vírus Influenza. Apesar dele não proteger contra a Covid-19, será mais fácil para os médicos descartarem a gripe. “Isso facilita muito o diagnóstico e, por isso, as pessoas devem tomar a vacina contra a gripe. É fundamental estar protegido, principalmente neste momento”. A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). Segundo o infectologista Rubens Macedo, os dias mais frios também pedem mais atenção, já que os ambientes ficam mais fechados. “É importante deixar o ar circular e prestar bastante atenção aos hábitos de higiene. Eles são fundamentais para manter-se protegido, principalmente depois de estar em ambientes com grande circulação de pessoas, como o transporte público”. Por conta da preocupação com o coronavírus, o ideal é manter-se dentro de casa. O primeiro ponto é o isolamento, explica o especialista. “Se o quadro de febre, por exemplo, não melhorar após três dias e a febre for alta, o ideal é procurar atendimento. Assim como se os problemas respiratórios evoluírem”, diz Rubens. Outra questão é ter mais de uma doença ao mesmo tempo, como coronavírus e dengue. Vale lembrar que essa última é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor ainda de zika e chikungunya. Para combatê-lo, é necessário não deixar água acumulada. “O ideal é ficar atento aos sintomas e na evolução de cada um deles. Independentemente da doença, é fundamental procurar um médico caso o paciente piore demais”, lembra Rubens. [[legacy_image_15601]]