[[legacy_image_270590]] Georgina O'She teve seu primeiro filho aos 19 anos e, desde então, ao tentar engravidar novamente, sofria abortos. Ao todo, foram 23 perdas gestacionais, que se transformaram em medo e insegurança. "Por mais que você tente achar que não vai acontecer, acontece”, contou ao Neil Prendeville Show, da Red FM, na Irlanda. Mas o arco-íris de Georgina decidiu aparecer quando, em setembro do último ano, ela descobriu mais uma gravidez e, há poucos dias, deu à luz Reilly. "Ela nos foi dada inesperadamente. Não estávamos planejando ou nem estávamos esperançosos". De acordo com a Crescer, apesar do teste positivo e da progressão da gestação, a irlandesa diz que tinha medo de que o bebê fosse “tirado dela”. Até as 23 semanas, ela lidou com a sensação de “desapego”, quando soube que era uma gravidez viável. O medo retornou para sua vida após completar 30 semanas. “Estávamos tão próximos, mas tão longe. Foi mentalmente difícil", descreve. Georgina relata que o parto, que teve duração de 45 minutos, foi extremamente emocionante. Ela lembra, que ao olhar para o marido, se deparou com seu rosto encharcado por lágrimas. “Ele estava chorando antes mesmo de ela sair”, conta. Além disso, seu filho Leon, que esperou pela chegada da irmã por 19 anos, também celebrou a chegada da pequena. Desde aquele dia, a mais nova mamãe de menina, teve uma certeza: ”Milagres acontecem", finalizou.