Dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) (Divulgação/PMS) Os gastos das famílias brasileiras com Saúde e cuidados pessoais passaram de uma elevação de 0,67% em fevereiro para uma alta de 0,36% em março, com contribuição de 0,05 ponto porcentual para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) deste mês, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (26). A taxa do IPCA-15 foi de alta de 0,44% em março. As maiores pressões partiram do plano de saúde, com alta de 0,49%, e artigos de higiene pessoal, que subiram 0,38%. Os gastos das famílias brasileiras com Despesas Pessoais passaram de uma elevação de 0,20% em fevereiro para uma alta de 0,82% em março, com contribuição de 0,09 ponto porcentual para o IPCA-15. As maiores pressões partiram dos subitens serviço bancário, com aumento de 2,12%, e empregado doméstico, com alta de 0,59%. Os gastos das famílias com Habitação passaram de uma elevação de 0,06% em fevereiro para uma alta 0,24% em março, uma contribuição de 0,04 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês. A energia elétrica residencial subiu 0,29% em março, sob pressão de reajustes médios de 15,10% e 14,66% nas concessionárias do Rio de Janeiro, ambos com vigência a partir de 15 de março. "No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores", lembrou o IBGE. Houve pressão ainda da taxa de água e esgoto, que subiu 0,44%, devido a reajustes em Belo Horizonte e Porto Alegre. O gás encanado recuou 0,99%.