[[legacy_image_181257]] Os senadores Romário (PL-RJ) e Paulo Rocha (PT-PA) discutiram nesta sexta-feira (3) no plenário do Senado. A briga ocorreu durante votação de um projeto que regulamenta as atividades de profissionais de educação física. Outros congressistas precisaram separar a briga. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "Não bota o dedo na minha cara não, que eu não te desrespeito. Para de graça que não joguei p* nenhuma contra ninguém. Vai fazer graça para a casa do c*, que não é o fortão dessa p*", disse o ex-jogador ao colega parlamentar. O plenário pautava um projeto de lei que regulamenta a atuação do Conselho Federal de Educação Física e os respectivos conselhos regionais. O projeto foi aprovado por 36 votos a 15 e segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL). A discussão A matéria, que provocou a briga dos parlamentares, determina que professores de educação física devam se inscrever nos conselhos federais e regionais para exercer o magistério. A proposta diz que caberá às entidades regionais registrar os profissionais, expedir carteiras de identidade profissional, arrecadar taxas e anuidades, julgar infrações, aplicar penalidades e fiscalizar o exercício profissional. De acordo com o projeto, se for condenado em alguma inspeção, o profissional estará sujeito a advertência escrita, com ou sem aplicação de multa, suspensão ou cancelamento de registro. Um dos pontos da regulamentação se refere à obrigação de professores de educação física terem de se vincular a esses conselhos e à fiscalização para poderem exercer a atividade —a obrigatoriedade pressupõe o pagamento de anuidades. A bancada do PT tentou derrubar a obrigatoriedade dessa vinculação, mas a emenda com esse objetivo apresentada pelo partido foi rejeitada, com o parecer da senadora Rose Freitas (MDB-ES). *Com informações do UOL