[[legacy_image_16088]] O governo Federal vai prorrogar por mais dois meses a validade do auxílio emergencial, que é pago ao trabalhador autônomo como forma de minimizar o impacto financeiro pela pandemia de Covid-19. O plano foi confirmado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, na manhã desta terça-feira (9). Falta apenas definir o valor das parcelas adicionais, que ainda não está claro se continuará nos atuais R\$ 600 ou haverá uma redução. “O presidente já lançou e comunicou isso que, por dois meses, nós vamos estender o auxílio emergencial”, afirmou o ministro, na manhã desta terça. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já falva em prorrogar o benefício. Na ocasião, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou que o governo prevê pagar duas parcelas extras de R\$ 300 cada. Nos bastidores, cogita-se que seja esse valor a ser adotado nas parcelas adicionais. Para incluir os dois meses extras, a proposta deve ser aprovada pelo Congresso Federal, já que o benefício foi instituuído por meio de uma legislacão específica. O auxílio foi criado para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus. O benefício atual é de R\$ 600 (ou R\$ 1,2 mil para mães solteiras). Inicialmente, os pagamentos seriam feitos por apenas por três meses. Porém, o governo decidiu prorrogar a ajuda, inicialmente, por mais dois meses. Novos calendários não estão descartados no futuro. Dados da Caixa Econômica Federal (CEF) indicam que 10,4 milhões de pedidos de auxílio emergencial aguardando análise. Não há previsão de quando essas pessoas irão receber o benefício. O auxílio é pago desde 7 de abril. Atualmente, são feitos os depósitos da segunda parcela. Sem adiantar detalhes, Guedes comentou que o governo deve lançar em breve o "Renda Brasil". A proposta deve unificará diversos programas sociais. "Nós estávamos em um nível de emergência total a R\$ 600, vamos começar agora uma aterrisagem, com a unificação de vários programas sociais, o lançamento do Renda Brasil, que o presidente vai lançar", afirmou Guedes. * Com informações do G1