[[legacy_image_30380]] O presidente Jair Bolsonaro repetiu, nesta segunda-feira (5), que o "Brasil precisa voltar a trabalhar", em mais uma defesa pelo retorno à normalidade das atividades econômicas. Ele reiterou o seu discurso sobre enfrentar o vírus e o desemprego juntos, problemas que classificou como 'gravíssimos'. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Bato na mesma tecla desde março do ano passado, temos dois problemas pela frente gravíssimos ainda o vírus e o desemprego. E também sempre bati na mesma tecla as medidas para combater o vírus, os seus efeitos colaterais não podem ser mais danosos que o próprio vírus", disse em evento para entregas de residências em São Sebastião, na região administrativa do Distrito Federal. "O Brasil precisa voltar a trabalhar", acrescentou. No evento desta segunda, Bolsonaro visitou e fez a entrega simbólica de residenciais patrocinados pela Caixa Econômica Federal em parceria com o governo do DF. "Pessoas necessitadas estão recebendo um benefício, um imóvel patrocinado pela nossa Caixa Econômica Federal. É sinal que teve gente que não parou durante a pandemia", comentou. Em reforço à sua posição contrária às medidas de fechamento, Bolsonaro citou que dos quatro beneficiários que receberão as novas residências uma pessoa é aposentada e três estão desempregados. "Pessoas humildes, só Deus sabe como estão sobrevivendo", disse. Bolsonaro mencionou ainda que deve viajar na quarta-feira, 7, para Chapecó (SC), onde avaliou como um exemplo a gestão de combate à pandemia. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, e Flávia Arruda, da Secretaria de Governo, que tomará posse amanhã, além do presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). No mês passado, Bolsonaro chegou a entrar com ação no Supremo Tribunal Federal contra decreto de Ibaneis e dos governos da Bahia e do Rio Grande do Sul sobre o toque de recolher por conta da crise sanitária. O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, rejeitou a ação do chefe do Executivo. Hoje, Ibaneis Rocha reiterou seu apoio ao governo de Bolsonaro.