[[legacy_image_15329]] O volume de casos de infecção pelo novo coronavírus vem aumentando na Nova Zelândia, assim como em diversos outros países do mundo. Mas o que surpreende é a velocidade em que a doença perdeu força no território, principalmente relacionada ao número de mortes desde o início da pandemia: apenas uma. A explicação para isso pode ser porque o governo da Nova Zelândia, liderado por Jacinda Ardern, primeira-ministra, tomou decisões mais agressivas do que outros locais, como o confinamento de toda a sua população por um mês e o fechamento total de fronteiras. Outro diferencial também foi que estas medidas foram tomadas ainda no início do surgimento dos casos. Basicamente, o que o país pretende é não achatar a 'curva' de contaminação e sim eliminá-la. "Se for bem sucedido, o plano aponta para uma rota de saída clara, com um retorno cuidadoso às atividades normais", diz um artigo científico sobre a estratégia da Nova Zelândia. Na última quinta-feira (9), haviam 992 casos confirmados da doença no local, com apenas uma morte. *com informações da Revista Época