(Divulgação) A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, voltou a chamar atenção das autoridades de saúde, especialmente após novos registros da doença em diferentes países. Embora a maioria dos casos seja leve, reconhecer os sintomas precocemente é fundamental para evitar complicações e reduzir a transmissão. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A infecção é causada por um vírus da mesma família da varíola e costuma evoluir em fases. Os sinais iniciais podem se confundir com outras doenças virais, o que exige atenção redobrada. Sintomas iniciais De acordo com especialistas, os primeiros sinais da mpox costumam aparecer entre 5 e 21 dias após a exposição ao vírus. No início, o quadro pode incluir: febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço intenso, inchaço dos linfonodos (ínguas). O aumento dos gânglios linfáticos é considerado um dos sinais que ajudam a diferenciar a mpox de outras infecções semelhantes. Surgimento das lesões na pele Após a fase inicial, geralmente entre um e três dias depois da febre, surgem as erupções cutâneas — o sintoma mais característico da doença. As lesões costumam: começar como manchas, evoluir para bolhas com líquido, formar crostas posteriormente. Elas podem aparecer no rosto, mãos, pés, região genital e outras partes do corpo. Em alguns casos recentes, as feridas têm sido mais localizadas, especialmente na região íntima. Como ocorre a transmissão A mpox é transmitida principalmente por: contato direto com lesões de pele, contato com fluidos corporais, contato próximo e prolongado com pessoa infectada, objetos contaminados (como roupas de cama e toalhas), A transmissão também pode ocorrer por gotículas respiratórias em situações de contato muito próximo e prolongado. Quando procurar atendimento A orientação é buscar avaliação médica se houver: febre associada a lesões na pele, ínguas inchadas, contato próximo com caso suspeito ou confirmado, feridas incomuns, especialmente na região genital. O diagnóstico é feito por exame laboratorial específico. A maioria dos casos é leve Especialistas ressaltam que a maior parte das infecções evolui de forma benigna, com recuperação em algumas semanas. Mesmo assim, crianças pequenas, gestantes e pessoas com imunidade baixa podem ter maior risco de complicações. A recomendação é manter atenção aos sintomas, evitar contato próximo com pessoas infectadas e seguir as orientações das autoridades de saúde.