[[legacy_image_75963]] A mãe de André Padilha, um homem de 32 anos diagnosticado com autismo, segue lutando para conseguir na Justiça o tratamento do filho na cidade de Fernandópolis, São Paulo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Marisa Padilha informa que precisou acorrentar o filho quando ele ainda era jovem para dar fim às autoagressões, que começaram quando ele tinha apenas 10 anos. Em 2017, a mulher chegou a conseguir ajuda para custear o tratamento de André. Contudo, a prefeitura da cidade suspendeu o pagamento. As consulta médicas precisaram ser interrompidas já que a família não tem condições de manter os vencimentos. Em maio de 2020, a Justiça atendeu ao pedido da família e determinou que o município de Fernandópolis e o Estado fornecessem o tratamento, com 40 sessões psicoterápicas semanais na clínica e em casa, bem como equoterapia, fonoterapia, integração sensorial e fisioterapia. Em fevereiro de 2021, o Tribunal de Justiça negou o pedido e alegou que não houve “efetiva demonstração” da “imprescindibilidade dos tratamentos”. Desde então, o tratamento foi interrompido. Um médico da cidade que atendeu o homem afirma que o ideal era ter iniciado o tratamento quando ele era criança, mas que o caso dele ainda não é algo perdido. *com informações do G1